
Nos últimos meses, não importa o lugar, sempre encontramos alguém pintando os famosos e virais “Boobie Goods”. Mas o que parece ser apenas mais um hype, ou um mero “livrinho de colorir”, tem raizes bem mais profundas.

Criados pela illustradora norte-americana Abbie Goveia, os livros Bobbie Goods nasceram como uma forma de aliviar o estresse e incentivar momentos de pausa criativa.
No início, ela postava no TikTok vídeos pintando suas ilustrações. Bastaram alguns views para que a internet fosse viciada nas cenas calmas e traços delicados.
De acordo com o portal Xataca Brasil, a ideia é entregar “uma arte leve e divertida, que estimula o relaxamento…”.
Os livros tomaram tamanha proporção que suas vendas foram espalhadas pelo mundo -no Brasil a HarperCollins traduziu as versões dos Bobbie Goods.
O estilo visual “cozy”, ou seja acolhedor, retratam cenas simples do cotidiano, como cuidar de plantas ou tomar chá com um pet no colo.
De acordo com a matéria publicada no Jornal GZH (GaúchaZH) :
…oferece alívio emocional e desperta lembranças felizes.
Outro aspecto que popularizou os Bobbie Goods foram os vídeos ASMR (vídeos que buscam uma resposta sensorial), em que pessoas filmam o processo de coloração com som ambiente.
Portanto, o que era pra ser apenas um projeto artístico virou um fenômeno global. Com certeza você conhece alguém ou até mesmo tem um livro de Bobbie Goods.

“…agora fazem da rotina de muitas pessoas…”
Esses livros de colorir agora fazem da rotina de muitas pessoas que buscam se desconectar do excesso de telas, aliviar a ansiedade e resgatar o prazer de atividades manuais.
Ao contrário de muitos produtos digitais, Bobbie Goods resgata algo essencial: o valor do simples. E mostra que, às vezes, a terapia que precisamos é simplesmente um papel, lápis de cor e um pouco de tempo para respirar.






