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China pode estar escondendo casos de Covid-19 no país

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Quase 2023 e ainda estamos aprendendo a lidar com a Covid-19, que começou na China. A pandemia que teve inicio em 2020 nos assombra até os dias atuais. No Brasil, por exemplo, vivemos dias sombrios com os casos aumentando cada vez mais e fazendo centenas de milhares de vítimas fatais. Os cemitérios cheios, hospitais sem leito, eventos cancelados e o mínimo possível de pessoas nas ruas.

Viramos, de fato, escravos da doença por um período. Tivemos que nos adaptar a um novo estilo de vida e só voltamos “ao normal” após uma campanha de vacinação em massa. O mundo aos poucos está entrando nos eixos. No entanto, a China, onde tudo começou, está passando por uma situação um tanto delicada.

O país asiático já deixou claro que os casos de Covid-19 estão aumentando por lá. Porém, acredita-se que eles estejam escondendo alguns casos para não causar caos no mundo novamente. As vítimas, até onde os dados apontam, não são apenas de infecções, mas também há mortes.

Aumento de casos de covid-19 na China

Dados comprovam que o número de mortes relacionadas ao coronavírus aumentou em Pequim, na China, mesmo que o país asiático não tenha sido tão claro quanto à notificação dessas mortes desde o dia 4 de dezembro. Há evidências de que o vírus tem feito mais vítimas e que há mortes.

A China está vivendo um aumento de casos. No começo de dezembro, o governo abandonou algumas medidas de contenção da doença. Na quarta-feira (14) as autoridades do país disseram que iriam parar de relatar casos assintomáticos, visto que esses se tornariam impossíveis de fazer o rastreamento. Ainda disseram que os testes em massa não são necessários.

Com essa interrupção nos relatórios, fica difícil rastrear e calcular a velocidade com que o vírus se espalha. Algumas publicações nas mídias sociais, fechamento de negócios e demonstrações científicas sugerem que esse número de infectados é alto.

Funerária só para infectados

Autoridades chinesas da capital, Pequim, designaram duas casas funerárias para lidarem somente com casos de coronavírus. Os dois locais cremam aqueles que morreram da doença. Alguns repórteres da agência de notícias AP notaram filas nessas casas. Os parentes presentes afirmaram que seus familiares haviam contraído a doença.

Mas o número oficial de mortos no país é relativamente baixo. São 5.235 mortes confirmadas pelo governo. O Estados Unidos, por exemplo, registrou 1,1 milhão de mortes. Contudo, os especialistas afirmam que essas estatísticas não podem ser comparadas diretamente.

Autoridades de saúde da China contam apenas aqueles que morreram diretamente de Covid-19, tirando as condições subjacentes que agravaram pelo vírus. Enquanto isso, em outros países são relatados como morte por covid qualquer uma em que  o vírus tenha sido contribuinte.

Feriado de Ano Lunar

Há alguns dias, o gabinete da China ordenou que as áreas rurais do país se preparem para o retorno de trabalhadores migrantes nessa época do ano, esperando que seja evitado um grande aumento nos casos da doença em comunidades com recursos médicos limitados.

Estão recomendando novamente o uso de máscaras e pedem que evitem contato com idosos. No entanto, eles não mencionaram em nenhum momento a possibilidade de isolamento social ou de uma nova quarentena por lá.

Há temores de um aumento de casos devido à chegada dos feriados do Ano Novo Lunar da China. Nessa época do ano, dezenas de milhões de pessoas de toda a Ásia viajam para o país. O próximo Ano Novo Lunar será no dia 22 de janeiro.

Só que as pessoas começam a chegar por lá semanas antes. Diante do medo de aumento dos casos, algumas universidades permitirão que os estudantes terminem o semestre letivo em casa, a fim de evitar ainda mais aglomerações.

Fonte: G1

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