
Todos sabemos que uma boa alimentação pode influenciar sim na nossa saúde e na disposição que temos para enfrentar o dia-a-dia. E por mais que as pessoas tentem comer o mais certo possível, às vezes elas querem comer algo mais gorduroso. Dentre esse tipo de alimento, a coxinha é um clássico e uma marca registrada do nosso país.
Mesmo com todo valor emocional que a coxinha tem para nós, ela ficou em 11° lugar no ranking das 100 melhores comidas fritas do mundo feito pelo TasteAtlas. Nessa lista estão três alimentos brasileiros. São eles: a coxinha, que ganhou 4,5 estrelas; o pastel, que ficou em 14°, também com 4,5 estrelas; e o acarajé. com 4,2 estrelas, em 60° lugar.

Ana Maria Braga
O top 10 do ranking é feito de pratos fritos do apão, Indonésia, Itália, Malásia, Marrocos, China, Espanha e Índia. Veja.
Para fazer esse ranking, diferente de outros, o do TasteAtlas não é feito por especialistas em gastronomia. Quem o faz são os usuários do site que dão notas, de 0,5 a 5 para vários pratos típicos dos países do mundo. Com isso, a plataforma reúne a média dessas notas de cada alimento e assim faz a sua classificação geral.

Farmadelivery
Existem momentos em que o cérebro parece estar implorando por algum prato cheio de gordura, seja uma batata frita, um sanduíche, ou qualquer outra coisa. E segundo um estudo feito por cientistas canadenses, essa vontade pode estar relacionada com várias inflamações no cérebro que levam a uma fome compulsiva e um desejo específico por pratos gordurosos.
O estudo foi feito pela Universidade de Newfoundland e pontuou que esse problema parece estar relacionado com inflamações no hipotálamo. E uma notícia boa é que, ainda conforme o estudo, quanto mais gordura a pessoa consome, mais a inflamação cresce e o desejo de comer mais alimentos gordurosos aumenta. Ou seja, um ciclo vicioso da obesidade é criado.
Para fazer um experimento, eles usaram ratos modificados com hormônios humanos. Através disso, os pesquisadores descobriram que o hipotálamo é alterado quando existem inflamações no cérebro. E ele é o responsável por liberar o hormônio concentrador de melanina (MCH), que age aumentando a fome e diminuindo o gasto de energia. Isso acontece porque ele é feito para que o corpo se prepare para períodos de escassez e acúmulo de energia.
De acordo com os pesquisadores, quando as pessoas comem alimentos gordurosos elas acabam criando pré-inflamações que ativam pequenos níveis de prostaglandina-E2. Uma das funções dessa substância é combater os processos inflamatórios e mesmo que em pequenas quantidades, quando ela chega no hipotálamo, ela ativa o MCH.
Quando isso é feito, é como se o corpo se sentisse doente e por conta disso ativa seu modo de acúmulo de energia. E com esse hormônio circulando vem um desejo por gordura. Isso vai formando uma cadeia de ganho de peso.
Para que essa interação entre as substâncias do cérebro seja diminuída, os cientistas recomendam que a pessoa tenha dietas anti-inflamatórias. Até porque, as duas têm várias funções no corpo e não conseguiriam ser eliminadas somente para o emagrecimento.
Fonte: Terra, Metrópoles
Imagens: Ana Maria Braga, Farmadelivery






