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Criança chora ao descobrir que terá chuveiro com água quente pela primeira vez

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Quantas vezes por dia deixamos de perceber o quão sortudo somos? Temos uma casa, uma cama, comida na geladeira e muito mais. Tanto é que esquecemos que essas coisas podem ser impensáveis para milhões de pessoas. Esse é o caso da criança que chorou ao descobrir que ganhou um chuveiro com água quente em sua casa.

Em um vídeo emocionante compartilhado pela ONG Amigos do Bem nas redes sociais, uma criança chora ao descobrir que terá um chuveiro com água quente pela primeira vez.

A ONG transforma vidas no sertão nordestino há 29 anos por meio da educação, trabalho e acesso à saúde, água e moradia. Assim sendo, o vídeo postado já acumula mais de 3 milhões de visualizações.

Nas imagens, a criança assiste, emocionada, a água cair do chuveiro elétrico pela primeira vez em sua casa nova, para onde ela e sua família se mudaram recentemente. Quando questionada se gostou da novidade, a criança se diz grata e começa a chorar.

O voluntário da ONG Amigos do Bem diz: “Você agora tem o seu banheiro, para poder tomar o seu banho, ter a sua água, viu?”. Em seguida, a criança agradece e lhe dá um abraço.

Garrafa no Mar

Reprodução


Outra iniciativa que auxilia pessoas ao redor do Brasil é o aplicativo Garrafa no Mar. O analista de sistemas Alexandre Caruso teve a ideia de criar a plataforma para conectar doadores anônimos a devedores com boletos atrasados durante a pandemia quando a crise econômica se agravou.

“Um aplicativo pra conectar pessoas que possam pagar contas pra aquelas que perderam suas fontes de renda formais ou informais e que ainda estão escolhendo se pagam conta básica ou se levam comida pra mesa”, disse.

Ao todo, cinco mil e setecentas contas foram pagas pela plataforma, ajudando mais de 4 mil devedores. Hélcio Dias, morador de São Paulo, conta que ajudar desconhecidos é causa de grande emoção.

“Eu paguei cinco contas e foram de concessionárias e todas elas coincidentemente eram do Rio de Janeiro. O que me deixou mais entusiasmado é que as pessoas não sabem quem eu sou e eu também não as conheço. Eu fiquei bastante tocado com isso”, contou.

Já a gestora de empresas Miriam Meireles conseguiu impedir o corte de luz da casa de uma camelô no Rio. “Eu me senti muito feliz em saber que estava ajudando alguém a ter dignidade. Uma conta paga. Pra ela sentar e costurar e fazer os laços e os arcos pra vender, isso me fez muito bem”.

Pequenos Profetas

Com o objetivo de ajudar jovens de baixa renda a sair do ciclo de violência e crime, a Comunidade dos Pequenos Profetas (CPP) usa da educação, cultura e arte.

Sendo assim, há 37 anos, a CPP ajuda jovens no Recife no colorido casarão de número 110, na Avenida Sul, no Bairro de São José, localizado no centro da cidade.

No casarão, a ONG ajuda cerca de 400 crianças e jovens de 7 a 21 anos a entender o que é cidadania. Para tal, oferecem oficinas que os empoderam sobre a efetivação dos direitos humanos. Além disso, oferecem capacitação profissional.

De segunda a sexta-feira, das 7h às 15h, promovem-se oficinas de esportes, de corte de cabelo, percussão, meditação, gastronomia, produção de hortas, contação de histórias e atendimento psicossocial e jurídico.

Tudo isso é feito de forma gratuita para os moradores das comunidades do Coque, Coelhos, Joana Bezerra e da Ilha do Leite, assim como pessoas em situação de rua.

Contudo, as mães não ficam de fora da programação. Para elas, são oferecidas oficinas de produção de vasos em papel machê, de compostagem e de costura. “Eu era diarista, agora trabalho com compostagem. É muito bom. Todo dia é essa alegria”, conta Rosana Lessa, de 55 anos, que frequenta o casarão da CPP há um ano.

Projetos educativos tiram crianças das ruas

Alexandre Aroeira/JC Imagem

O fundador, Demetrius Memétrio, morador do Plano Piloto, no Distrito Federal, enxergou sua vocação ao ver a pobreza no Recife aos 15 anos.

“Nossa missão é essa: tentar reescrever uma nova história de sucesso através de projetos educativos . As pessoas pensam que é fácil para esses jovens terem uma alternativa, mas uma pessoa abandonada desde pequena não consegue mudar do dia para a noite. É um processo muito lento, que se não for através da educação, não há um impacto”, contou o empreendedor social e gastrônomo.

Carlos André Barbosa, de 44 anos, conta que a CPP representa uma mudança de vida. “Fui abandonado aos 10 anos e vivia nas ruas do Centro quando entrei na instituição. Hoje sirvo de exemplo para outros meninos, porque tenho a experiência de ter passado pela mesma situação que eles e eles veem que podemos ajudá-los. É satisfatório”, contou ele. Hoje, Barbosa é educador do espaço cuidando da horta comunitária junto a Lauro Rodrigues.

Já Lucas Henrique Lucena, de 20 anos, frequenta o espaço desde criança e faz questão de destacar o quanto gosta da CPP. “Eu achei aqui muito bom desde que cheguei. Brinco, jogo bola, vou para passeios, para a praia”, disse o jovem, que vive em situação de rua.

Fonte: Razões para acreditar

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