Ciência e Tecnologia

É por isso que, às vezes, você sente a presença de um “fantasma”

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Você tem medo de fantasmas? Ao longo dos anos várias histórias envolvendo esses seres foram contadas de geração em geração. A ciência por décadas tenta explicar alguns desses mistérios de uma forma racional. Uma pesquisa feita por um grupo de cientistas, teve como objetivo final tentar explicar o sentimento da presença fantasmagórica que algumas pessoas afirmam ter.

É quase certo que em algum momento de sua vida você teve aquela leve sensação de estar sendo observado, mesmo estando sozinho. É aquele estranho sentimento de que existe outra presença próxima que você não pode ver. Cientistas chamam esse fato de ‘sensação de presença’.

Foram feitas diversos estudos sobre o assunto e acredita-se que isso ocorre em pacientes psiquiátricos e neurológicos. Embora tenha a origem exata desconhecida. Concluiu também que pessoas saudáveis em períodos de exaustão física, podem ficar com seus sentidos a flor da pele, sendo enganados pelo próprio corpo.

Recentemente, parece que a ciência finalmente encontrou uma resposta. Tudo isso tem a ver com uma alteração das sensações tácteis, motoras e a percepção de si mesmo. Segundo especialistas existem áreas do cérebro por gerar algumas sensações estranhas. Aparentemente o cérebro não é capaz de interpretar alguns sinais que o corpo envia e olha para o exterior procurando alguma origem para tal sensação.

Explicação

Presença

Alguns experimentos foram realizados envolvendo um sistema robótico que criou conflitos sensório-motoristas que provocaram o ‘sentimento de presença’ nos voluntários. Mesmo que não tenha sido esclarecido exatamente como o fenômeno é desencadeado, existem evidências de que isso afeta a zona temporal-parietal, insular e especialmente fronto-parietal.

Resumindo, nosso próprio cérebro é responsável por essa ‘sensação de presença’. O fato é que acabamos interpretando mal os sinais do nosso corpo os relacionando a algo externo. Mesmo que algumas pessoas julguem tal pesquisa como ‘inútil’, cientistas esperam que elas ajudem a avançar a compreensão do funcionamento cerebral, podendo compreender melhor pessoas afetadas pela esquizofrenia.

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