A ciência é algo extremamente necessário para a nossa sobrevivência e isso não é uma novidade para ninguém. Graças aos inúmeros estudos, que nunca param, cientistas descobriram a fórmula para curar diversas doenças. Além das curas, hoje, podemos viver seguros com a prevenção de sérias causas, além de poder "reviver", graças à doação de órgãos. Quanto mais o tempo passa, mais o campo da ciência se expande e novas coisas são descobertas, a fim de preservar e melhorar a vida humana no futuro. Com tanta tecnologia disponível, estudiosos empenhados no mundo inteiro conseguiram criar partes do corpo humano totalmente mecânicos.

Os mais comuns são membros, sendo braços e pernas, que encontramos andando por aí. Além das partes externas, existem diversos órgãos internos, que já realizam os trabalhos como os naturais. Recentemente, um novo passo científico foi dado. Estudiosos conseguiram recriar parte do sistema cerebral e com sucesso. Buscamos então o resultado disso e trouxemos para você, caro leitor. Acompanhe conosco e já compartilhe com seus amigos. Sem mais delongas, confira com a gente a seguir e surpreenda-se.

Cientistas recriaram, em laboratório, neurônios humanos que funcionam

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A criação partiu de um grupo de cientistas, que decidiu criar o neurônio artificial com silício. Isso pode ter sido a maior revolução medicinal dos últimos anos. O resultado foi publicado na revista científica Nature Communications e contou com a ajuda de pesquisadores de várias partes do mundo. Há anos, os especialistas buscam desenvolver algo do tipo. No entanto, compreender o funcionamento dos neurônios já era um desafio muito grande. Recriá-lo em laboratório, sempre pareceu algo que ia muito além.

Isso porque as respostas neurais não são lineares. Isso quer dizer que, um mesmo sinal é capaz de resultar em coisas diferentes, após passar pela célula. A proeza desse novo artifício é que a equipe projetou um chip com precisão, capaz de se comportar exatamente como as células do nosso cérebro. Além disso, funciona com apenas um bilionésimo da potência de um microprocessador.

"Até agora, os neurônios eram como caixas pretas. Mas, conseguimos abrir a caixa preta e espiar por dentro. O nosso trabalho está mudando o paradigma porque fornece um método robusto para reproduzir as propriedades elétricas de neurônios remais em mínimos detalhes". Esse foi um discurso dado por Alan Nogaret, membro da equipe.

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A tecnologia

Essa tecnologia ainda permitirá que os médicos desenvolvam implantes. Além disso, também haverá outros bioeletrônicos, que não apenas reproduzem o funcionamento dos neurônios, mas sim que reproduzam novos. "Esse trabalho abre novos horizontes para o design de chips neuromórficos, graças a sua abordagem exclusiva. Essa para identificar parâmetros cruciais desses circuitos analógicos", disse Giacomo Indiveri, coautor do estudo.

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Os cientistas acreditam que esse modelo, desenvolvido por eles, é bastante versátil. Sendo assim, poderá ser utilizado no tratamento de algumas doenças, como Alzheimer e problemas cardíacos. "Nossa abordagem combina diversas inovações. Podemos estimar, com precisão, os parâmetros precisos que controlam o comportamento de qualquer neurônio", finalizou Nogaret.

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Publicado em: 13/12/19 12h24