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Músicas pop que foram boicotadas

Fragile Namewee
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Parece ser um pouco longe da realidade, mas existem governos que realmente proíbem a reprodução de certas músicas. No Brasil, isso acontece em menor grau, com uma marcação feita pelas próprias rádios que se recusam a tocar determinado artista ou faixa. No entanto, nos casos que serão citados, houve uma proibição total da faixa.

Pode ser por conta de motivos políticos, mas proibições já aconteceram na China, Coreia do Sul, Paquistão, Congo, África do Sul e até nos Estados Unidos!

Fragile

Fragile Namewee

Reprodução

O rapper da Malásia, Namewee, negou ter criticado a China ou os cidadãos chineses em sua música “Fragile”. Contudo, o governo chinês não concordou e decidiu proibir a reprodução da faixa. O motivo é que ele supostamente defendeu a independência de Hong Kong e Taiwã.

As letras em mandarim, cantadas por Kimberly Chen, falam de uma pessoa com o coração tão frágil que se quebra. Mas, os símbolos no vídeo são interpretados de outra maneira. Assim, as decorações e roupas rosas, além de um panda dançante e um morcego, foram considerados ofensas contra a sensibilidade da China e a origem do Covid-19.

Beijing Evening News

A China também baniu essa faixa do grupo de hip hop In3. Supostamente, eles fazem uma crítica dura contra a desigualdade e a injustiça da capital. Dessa forma, o grupo mostra o contraste entre as pessoas que não possuem os recursos básicos e os ricos que usufruem de banquetes.

A música também ressalta o valor alto dos planos de saúde, piorando a saúde daqueles que não conseguem pagar. Mas, ser banido na China não significa grandes perdas, já que a faixa se tornou hit.

Cherry Bomb

A faixa do grupo CT 127 foi descrita pelo governo sul coreano como violenta e causadora de más condutas entre a juventude. Mas, além de ter “bomba” no título, o clipe só mostra o grupo de homens dançando em vários locais. A única parte minimamente violenta é quando um dá um murro em um vidro.

Já as letras são sobre ostentação, falando de motos e festas e sobre ser o melhor do mundo.

Letter to Ya Tshitshi

O músico da República Democrática do Congo já se descreveu como um mosquito. “Posso ser pequeno, mas posso te irritar a noite toda cantando, picando e não te deixando só”.

A sua música com certeza irritou o presidente Felix Tshisekedi, porque ela foi banida poucos dias após o lançamento. Mas, nesse caso, a música realmente fala de questões políticas como corrupção, fraude eleitoral, água impura, crime e mais.

It’s Wrong (Apartheid)

Stevie Wonder músicas

Reprodução

Durante o Apartheid, músicos do mundo todo se mostraram contra, servindo um propósito importante de chamar atenção. Um dos artistas a fazer isso foi o Stevie Wonder, com It’s Wrong (Apartheid).

A hipocrisia do governo da África do Sul foi ainda mais evidenciada quando retiraram a proibição de “We Are The World”, cujos ganhos ajudaram a fome na África. Mas, não deixaram de banir a faixa do Stevie Wonder.

I Don’t Want to Get Well (I’m in Love with a Beautiful Nurse)

Os Estados Unidos baniu essa música para não inspirar os soldados da Primeira Guerra Mundial a seguirem o exemplo do eu lírico. Na canção, o soldado se apaixona pela sua enfermeira.

Wake Up Little Susie

Essa música foi banida por um motivo irônico, já que ela conta a história de como um ato inocente pode ser mal interpretado. Assim, ela fala sobre como Susie e o eu lírico dormiram no cinema porque o filme era tão chato. Então, ela teria que acordar já que estava tarde e seus pais iriam achar que estavam fazendo algo obsceno.

Mas, a cidade de Boston não gostou da faixa e a proibiu!

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