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O jamais solucionado mistério do menino da caixa

POR Jesus Galvão    EM Mistérios & Horror      05/09/18 às 15h28

Em 25 de fevereiro de 1957, enquanto caminhava por uma estrada na Filadélfia, nos EUA, um caçador encontrou uma caixa de papelão. Ao abri-la, o corpo de uma criança enrolado em um manto xadrez foi encontrado. No entanto, temendo represália da polícia devido as armadilhas que havia espalhado na região, o caçador então decidiu ignorar o que havia encontrado e partiu.

Alguns dias depois, um estudante que estava passando pelo local acabou encontrando a caixa, e diferente do que fez o caçador anteriormente, o estudante acabou acionando a polícia. A criança aparentava ter entre três e sete anos de idade. A polícia acreditava que rapidamente conseguiria descobrir de quem se tratava o corpo deixado na estrada, no entanto, a identidade dessa criança nunca foi descoberta.

O menino

O jovem menino de olhos azuis e pele branca encontrado na caixa estava magro e sujo. Seus cabelos e unhas aparentavam terem sido cortados recentemente. Cicatrizes cirúrgicas estavam espalhadas por seu corpo, e elas se intensificavam próximas aos tornozelos, virilha e queixo. A pele de suas mãos e pés estava enrugada, o que sugeria que a criança teria tido algum contato mais longo com água.

O frio dificultou as investigações da polícia, que tentou identificar exatamente quando a morte do pequeno ocorreu. Apesar de tudo, eles acabaram concluindo que o menino morreu em um intervalo entre 2 dias a duas semanas, a partir do dia em que foi encontrado. Eles aguardavam que alguém de sua família o procurasse. Mas isso nunca aconteceu.

As investigações e teorias

A caixa de papelão em que o corpo da criança foi encontrado foi utilizada anteriormente para abrigar um berço de bebê. Apesar de estar desgastada do lado de fora, a caixa apresentava boas condições. Não foram encontradas quaisquer impressões digitais. O cobertor utilizado para enrolar o menino teria sido lavado e também não apresentou nenhuma pista que pudesse identificar a criança ou quem teria a deixado ali.

A única pista encontrada pela polícia foi um boné colorido de algodão. Nas investigações, a polícia conseguiu encontrar o local onde ele teria sido vendido, mas as informações que receberam não levaram a situação para nenhum lugar de fato. Mais de 400 mil panfletos foram soltos por toda Filadélfia e região. Um desenho da criança foi incluído para auxiliar sua identificação, mas sem nenhum sucesso.

Em 1960, devido a uma informação concedida por um médium, a polícia investigou um lar para crianças. Mantos como o que foi encontrado com o menino também foram encontrados no local, além de um berço igual ao anunciado na caixa de papelão usada para abrigar o corpo da criança. No entanto, a polícia nunca conseguiu fazer uma ligação exata entre o menino e o tal local.

Mais tarde, uma outra pista acabou guiando as investigações policiais depois que uma mulher conhecida como "M" apresentou algumas alegações que faziam muito sentido para os investigadores. No entanto, descobriu-se depois que a mulher sofria de uma doença mental grave, e assim, as investigações não resultaram em nada consistente.

Ao longo dos anos, diversas outras teorias acabaram surgindo. Mas como já havia acontecido anteriormente, nada que acrescentasse substancialmente às investigações foi achado.  Muitas pessoas temem que a morte do pequeno garoto, que completou 61 anos recentemente, possa ficar sem solução para sempre.

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Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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