Ser astro de Hollywood tem lá suas vantagens, mas elas chegam apenas depois de muita peleja. Uma delas é o próprio salário. A diferença no pagamento é influenciada por inúmeros fatores. Fama, apelo social, premiação, sexo (masculino, feminino), raça e assim por diante. A lógica mais simples se aplica ao senso “quanto mais popular é uma pessoa, mais ela receberá pelo projeto”. Óbvio, as coisas não são tão simples assim. Dito isso, vamos ao que interessa. Coringa foi um estrondo na bilheteria mundial, mas quanto Joaquin Phoenix ganhou para fazer o Palhaço do Crime?

A Variety liberou o nome dos astros mais bem pagos de Hollywood de 2019. Segundo a lista publicada, Phoenix recebeu U$ 4.5 milhões de dólares para estrelar o filme. Apenas o segundo na lista com dezessete atores e atrizes. Ele ficou na frente somente da Jessica Chastain, que recebeu U$ 2.5 milhões por It: Capítulo 2. Por incrível que parece, a lista não fecha com Robert Downey Jr., mas sim com Ryan Reynolds, tendo recebido U$ 27 milhões de dólares por Six Underground, futuro filme da Netflix.

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Um filme “indie”

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A Warner Bros. é um dos estúdios mais antigos de Hollywood. Um dos que conseguiram sobreviver às tantas mudanças da indústria e continuar com produções de sucesso. A empresa cresceu ainda mais, se ramificou, realizou fusões e hoje possui projetos de todos os jeitos. Isto é, produções com vários tipos de orçamento. Para os padrões do estúdio, Coringa foi um filme relativamente barato, com custo em torno de U$ 55 milhões de dólares. O valor engloba os gastos de todo o processo da obra, desde a pré-produção até sua divulgação. Assim, tudo que o estúdio espera é que o longa, pelo menos, consiga se pagar.

Todd Phillips, o diretor e co-roteirista de Coringa, chegou na Warner, com uma ideia atípica. Ele sabe que, hoje, o mercado cinematográfico de filmes baseados em histórias em quadrinhos está bastante competitivo. Tendo os diretores dos personagens da DC Comics, o estúdio alcançou a glória e o inferno num período bem curto. Quando a casa ainda estava em reforma, Phillips propôs a produção de filmes mais sombrios com personagens específicos e de baixo orçamento. De novo, “baixo” referente aos padrões do estúdio. A primeira sugestão foi Coringa, o vilão mais icônico da nona arte.

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Com a sequência já em desenvolvimento, os fãs agora esperam que outros personagens tenham a mesma oportunidade. Ficamos na torcida!

Publicado em: 20/11/19 14h43