
Você já ouviu falar sobre as polícias secretas norte-americana, russa e japonesa entre outras. Já reparou que pra cada polícia secreta ou força do governo, tem uma máfia. É quase uma regra. Hoje te apresentaremos 13 fatos sobre a máfia que é a mais popular e poderosa do mundo e você vai entender o peso do nome Yakuza.
Eles são organizados, seus interesses e atuações são múltiplos e eles têm nas mãos informações sobre toda a sociedade japonesa. Dos oficiais de alto escalão do governo a civis comuns. Os japoneses de certa forma até admiram a atuação da Yakuza, pois eles se preocupam em equilibrar seus interesses alheios à lei com a forma como a sociedade os enxerga.
Conheça mais sobre a controversa e poderosa máfia japonesa através destes 13 fatos:
A despeito de ser uma organização criminosa, a Yakusa tem mais de 100 mil “empregados” efetivos e mantém relações com bases sindicais. O que faz dela a maior organização criminosa do mundo.
A estrutura de poder da organização é uma piramidal típica, com a “cabeça” no alto escalão, que define as atribuições de seus colaboradores leais. Os colaboradores seguem bases de obediência fiéis à tradição japonesa. A lealdade é algo inabalável.
Após a Segunda Guerra Mundial, a adesão de criminosos à Yakusa era de 184 mil. Número que representa o equivalente a metade da força policial japonesa, que em 2010 tinha mais de 291 mil membros.
Os traidores são punidos com violência física. Caso não completem uma missão ou entreguem informações, os agentes perdem uma parte do dedo mindinho, isso a depender das considerações de seu superior imediato, que pode determinar uma punição mais pesada de acordo com a falta cometida pelo agente.
Muitos membros têm tatuagens feitas com uma técnica centenária chamada “irezumi”. O método consiste em incorporar a tinta na pele com um pedaço afiado de aço. Isso tem sido descrito como um rito de passagem para os novos egressos da organização.
Eles estão envolvidos com o tráfico de mulheres. Muitas meninas são aliciadas com a promessa de trabalhar em bares e, quando chegam no Japão, têm seus passaportes confiscados e são obrigadas a trabalharem como prostitutas em vários clubes. A única opção para terem seus passaportes de volta é trabalhar na indústria do sexo.
Tadamasu Goto, um chefe de alta patente na Yakusa, recebeu um transplante de fígado na Universidade da Califórnia. Ele saltou para o topo da lista de espera por órgãos depois de supostamente doar 1 milhão de dólares à instituição.
Motivados pela gestão do tráfico de mulheres, a Yakusa desenvolve um grande papel na indústria pornográfica e contrabando de armas de fogo.
Como toda boa máfia, eles são adeptos de chantagem e extorsão. Para esses trabalhos, eles têm um grupo específico chamado “sokaiya”. Os sokaiya reúnem informações sobre toda a sociedade japonesa – principalmente sobre os oficiais do governo – e usam para conseguirem o que quiserem.
A maior parte das atividades da Yakusa relatadas fora do Japão, aconteceram no Havaí. Mas eles têm sido mencionados na Califórnia, Nevada e Nova York.
A Yakuza vê a morte violenta e trágica como uma saída honrosa para não entregarem seus planos. Eles também incentivam os pobres a roubarem os ricos e essas ideias romantizadas os colocam em uma boa posição perante a opinião pública.
A Yakuza respondeu mais rápido à catástrofe do tsunami do que o próprio governo japonês. Eles enviaram comida, água, cobertores e artigos de higiene pessoal para os centros de evacuação que recebiam e abrigavam as vítimas no nordeste do Japão.

Os japoneses relacionam a Yakuza aos partidos nacionalistas de extrema direita. Isso dá a impressão de que a máfia se interessa e tenta interferir na política e isso é ruim tanto para os criminosos quanto para os políticos.
Qual outro fato sobre a máfia japonesa você conhece e adicionaria a essa lista?






