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7 conceitos científicos que vão explodir seu cérebro

POR Diogo Quiareli    EM Ciência e Tecnologia      23/02/18 às 15h02

Temos a nossa mente desafiada todos os dias, nas mais diversas ocasiões. Alguns desses desafios, ou melhor, conceitos científicos, nos perturbam tanto que mexe com nosso cérebro como nada. Quando somos expostos a algum deles, ficamos pelo menos o resto do dia pensando sobre. Isso quando não se estende para o outro dia, nos fazendo dormir e acordar tentando compreender. Você provavelmente, em alguma parte da sua vida, teve que lidar com as informações de algum conceito científico. Conceitos esse que não conseguiu entender de cara. Todos nós passamos por isso e tudo que buscamos é uma explicação mais simplificada a respeito.

Pensando um pouco mais sobre isso, nós da redação Fatos Desconhecidos resolvemos trazer essa matéria. Esse é um daqueles dias que testamos a capacidade de cada um e colocamos o cérebro e cada leitor para funcionar. Se você tem algum amigo que gosta desse tipo de matéria, gosta de desafiar a si próprio, compartilhe com ele desde já. Agora, sem mais delongas, confiram conosco alguns conceitos científicos que vão explodir o seu cérebro.

1 - Zombies Filosóficos

O Zombie Filosófico é uma experiência de pensamento, basicamente um conceito usado na filosofia para que possam explorar problemas de consciência em relação ao mundo físico. Muitos filósofos acreditam que eles não existem, mas encontra-se o conceito-chave: todas as pessoas que encontramos no mundo são como personagens de videogame. Elas agem e falam como se tivessem consciência, mas não. O conceito de zumbis é utilizado em grande parte para afirmar que não existem coisas além do que podemos tocar, ou seja, pensamentos e coisas abstratas são irreais. Tudo o que existe só pode ser definido pelas suas propriedades físicas.

2 - Qualia

Qualia é, simplesmente, as experiências objetivas de outra pessoa. Pode parecer algo simples afirmar ser possível compreender a experiência de outra pessoa, mas a ideia desse conceito é ir um pouco além. Por exemplo, o que é fome? Todos nós sabemos quando sentimos fome, mas como sabemos se o sentimento da outra pessoa quando está com fome é o mesmo do nosso? Algumas descrevem como "um vazio, tipo de sensação de ruído no estômago".

Pois bem, o sentimento de vazio do outro pode ser muito diferente do nosso, o que complica ainda mais. Com isso temos também as cores, todos nós sabemos o que é o vermelho, por exemplo. Mas como você descreveria o vermelho para um pessoa cega? Não conseguimos descrever a cor, muito menos saber se a outra pessoa a compreende da mesma forma que nós.

3 - A Teoria Descritiva

John Stuart Mill foi um filósofo britânico que estabeleceu essa teoria. Essencialmente, ela estuda o nome próprio e o que ele tem no mundo externo. O problema com a teoria surge quando as coisas não existem no mundo real, o que faria com que as frases como: "Harry Potter é um grande mago", se tornasse algo sem sentido de acordo com Mill. O alemão Gottlob Frege desafiou essa visão com sua teoria descritiva. Isso sustenta que os significados dos nomes sejam as coleções de descrições associados a eles. Uma vez que uma pessoa ouvisse o termo "Personagem da cultura popular inglesa" ou "Menino fictício criado por J.K. Rowling", logo associasse ao nome "Harry Potter".

4 - O Problema de mente-corpo

O problema da mente e corpo é um aspecto do dualismo. Essa é uma filosofia que, basicamente, defende que para todos os domínios, existem sempre dois lados. Por exemplo: bem e o mal, a luz e a escuridão, o seco e o molhado, e que as duas coisas existem independentemente uma da outra. São mais ou menos iguais em termos de sua influência no sistema.

O problema mente-corpo é simples: qual a relação entre nosso corpo e nossa mente? Se o dualismo é correto, nós seres humanos devemos ser entidades físicas ou mentais, mas pelo que parece, temos propriedades de ambos.

Isso nos faz enfrentar problemas tanto do estado mental quanto do físico? Esses problemas se influenciam mutuamente? Como? O que é a consciência, e se é algo distinto do corpo físico, é possível existir um fornecimento do nosso corpo físico? O maior problema dos dualistas é não conseguir conciliar que há como construir uma imagem convincente de um ser possuído de um corpo e uma mente.

5 - Sincronicidade

Esse é um conceito criado pelo filósofo Carl Jung, inspirado por um evento muito estranho envolvendo um de seus pacientes. Jung estava com a ideia de que as coincidências que parecem ter uma conexão casual são, de fato, manifestadas de alguma maneira pela consciência da pessoa que percebe. Um de seus pacientes apresentava problemas para processar um trauma subconsciente. Uma noite ele sonhou com um inseto, um tipo de besouro. No outro dia, em uma sessão com Jung e após descrever o seu sonho, um inseto, o mesmo que estava em seu sonho, saltou da janela da sala onde estavam. Ele ficou vagando pela sala e quando o paciente o observou, ele começou a familiarizar o bicho com seu status. Jung então conseguiu descrever sua teoria de coincidências significativas.

6 - O Princípio da Incerteza

A física quântica trata de partículas tão pequenas que até mesmo o ato de observá-las ou medi-las, pode afetar as mudanças do pesquisador. Essa ideia fundamental é chamada de Princípio da Incerteza, que foi descrita primeiramente por Werner Heisenberg. Se uma partícula é capaz de estar em dois lugares ao mesmo tempo, age como uma onda diferente próxima a outra partícula ou parece entrar e sair da existência, isso pode influenciar o que está sendo observado por quem está observando.

7 - Eterno Retorno

Essa teoria sugere simplesmente que não existe um começo ou um fim para o universo, que se repete infinitamente. A teoria é dependente do tempo e do espaço infinito, o que não é certo. Assumindo uma cosmologia newtoniana, provou-se por pelo menos um matemático que essa eterna extensão do Universo pe uma certeza matemática e, claro, o conceito parece em diversas religiões antigas e modernas. Este conceito é central para os escritores que compactuam de Nietzsche e tem séries implicações filosóficas quanto a natureza do livre arbítrio e do destino.

E aí, o que você achou dessa matéria? Cometa pra gente aí embaixo.

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Via   Listverse  
Imagens Natucrema
Diogo Quiareli
Geminiano, 24 anos, goiano.
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