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7 erros históricos que custaram muito caro para algumas empresas

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As empresas estão constantemente atrás de mais e mais lucros. Afinal, o objetivo de qualquer empresa é este: ganhar dinheiro. Os executivos das grandes empresas estão sempre buscando inovação. Do que está bombando entre os jovens, do que é de última geração e do que mais agrada o público.

Sempre se movendo e tentando crescer mais e mais. No entanto, nem sempre esses planos de crescimento dão certo. Afinal, não é possível prever o futuro e muito menos, quais ações darão certo ou não. E é assim que mesmo as grandes empresas já cometeram alguns erros que acabaram custando muito caro.

Confira agora alguns desses deslizes que custaram muito!

1 – Nova Coca-Cola

No ano de 1985, a Coca-Cola decidiu inovar. Eles reformularam o refrigerante, seu carro chefe! Tudo isso para acompanhar sua principal concorrente, a Pepsi. Foi assim que surgiu a New Coke! Um novo sabor, um novo slogan e novas propagandas! Acontece que o lançamento foi um fiasco. Os consumidores não gostaram das mudanças e pediram a velha coca de volta, e até a Pepsi gravou um comercial na época tirando sarro da concorrente. O impacto foi tão grande na ocasião, a CEO da empresa se pronunciou na TV e pediu desculpa a todos, garantindo que a velha coca voltaria em breve.

2 – Kodak e as câmeras digitais

Steven Sasson foi o criador de um dos primeiros protótipos do que nos conhecemos hoje como câmeras digitais. O homem começou a trabalhar na Kodak em 1973. Cerca de dois anos depois, ele apresentou à empresa uma câmera digital primitiva. Como ainda não havia cartões de memória, as imagens eram gravadas em uma fita VHS e só podiam ser vistas em um videocassete, em preto e branco.

O problema foi que os CEO’s da Kodak acharam todo o processo muito trabalhoso e não deram seguimento ao projeto. Acontece que depois que Steven saiu da empresa, fez parceria com Robert Hills e anos mais tarde, construiu a primeira câmera DSLR. A ideia foi vendida para a Fuji e para a Nikon que começaram a comercializar as câmeras, deixando a Kodak para trás.

3 – M&M negaram estar no filme ET – O Extraterrestre

O filme ET foi um grande sucesso de bilheteria e em sua época ocupou o posto de maior bilheteria. Qualquer empresa gostaria de ter sua imagem divulgada no filme. Bom, qualquer uma exceto a Mars Candy, responsável pela marca M&M. A produtora do filme entrou em contato com a empresa para saber se eles não estavam interessados em divulgar o produto no filme, mas eles negaram pois não queriam que os doces fossem ligados à histórias de alienígenas.

Então, a cena em que Eliot usa doces para atrair o ET de seu esconderijo, foi feita com os doces da  Reese’s Pieces, que pertencia a Hershey’s. As vendas da empresa subiram 65% imediatamente após a estreia do filme. Inclusive, no ano do lançamento do longa o faturamento com a Reeses Pieces foi de 35 milhões de dólares.

4 – Cerveja Schlitz

Entre as décadas de 1940 e 1950, a Schlitz e a Budweiser eram concorrentes pela primeira colocação da melhor cerveja dos EUA. Ambas as empresas estavam sedentas pelo primeiro lugar, então a Schlitz decidiu reduzir os custos e acelerar a produção da cerveja. Dessa forma, eles conseguiriam acelerar o processo de produção e vender mais do que a Budweiser. O problema foi que, para fazer isso, foi preciso também alterar a fórmula.

Eles reduziram a quantidade de cevada e colocaram xarope de milho no lugar. E além disso, usaram pellets de lúpulo, ao invés do fresco. O problema foi que os consumidores perceberam a mudança no sabor e também na aparência da cerveja. E então as pessoas simplesmente pararam de comprar a bebida. A empresa foi obrigada a retirar as cervejas e isso gerou um prejuízo de 1,4 milhão de dólares. A reputação da empresa foi manchada e, na década de 1980, eles já haviam perdido quase todo o valor de mercado. E claro, eles nunca voltaram a disputar o primeiro lugar de melhor cerveja dos EUA.

5 – Empresa Excite se nega a comprar Google

Na década de 1990, a empresa Excite era a dona do Ask.com, que na época era o maior site de buscas existente. A empresa valia 150 milhões de dólares. Em 1999,  Larry Page e Sergey Brin criaram o Google. A dupla estava disposta a vender o site por 1 milhão de dólares. No entanto, o CEO da Excite tentou pechinchar e baixou a oferta para 750 mil dólares. A dupla então decidiu continuar com o Google por conta própria. Bom, você já sabe o que aconteceu. Hoje, o Google custa cerca de  753 bilhões de dólares.

6 – Pan Airlines

A Pan, na década de 1990, era uma das maiores empresas aéreas do mundo. Realizava voos internacionais que atravessavam o Atlântico e o Pacífico. Acontece que a empresa passou por uma série de problemas que culminaram no seu fim. Uma crise de energia aumentou o gasto de combustível. O governo desregulamentou a recessão econômica e a empresa passou por dois sequestros terroristas. Por mais que tentassem superar a crise, nada deu certo e, em 1991, eles encerraram as atividades.

7 – Tylenol

Em 1982, sete pessoas morreram após tomar capsúlas de Tylenol que continham cianureto. Os casos fizeram com que todos tivessem medo de tomar a medicação. Acontece que a empresa não tinha nada com isso. As mortes foram resultado de um serial killer, que abriu as cápsulas e as envenenou. Na tentativa de contornar a situação, eles recolheram 31 milhões de cápsulas do remédio, um custo de 100 milhões de dólares. Além disso, a empresa criou uma nova cápsula à prova de adulteração e aconselhou seus consumidores a não tomarem nenhuma medicação que pareça adulterada.

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