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7 músicos que processaram suas próprias bandas

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Não é porque você faz parte de um grupo que você tem que gostar das pessoas que estão ali. Isso acontece muito no meio musical. Não é segredo para ninguém que alguns membros da mesma banda se odeiam. Mas a maioria das pessoas não sabe que em alguns casos esse ódio foi tanto que chegou a render processos. Seja um contra o outro, ou até mesmo contra a banda inteira.

Nesses processos, nem todos estavam buscando direitos e indo atrás de milhões de dólares em royalties que não foram pagos. Na realidade, alguns músicos entraram com processo por razões mesquinhas. Mostramos alguns casos aqui.

1 – Paul Cook e Steve Jones

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O baterista e o guitarrista do Sex Pistols processaram o ex-vocalista da banda, John Lydon, que era conhecido como Johnny Rotten. O motivo do processo foi permitir que as músicas da banda fossem apresentadas em uma série de televisão chamada “Pistol”.

No fim, um juiz da Suprema Corte decidiu contra Lydon e as músicas foram apresentadas na série de TV. A decisão se de com base nas regras majoritárias que tinha sido um termo acordado pelos membros do Sex Pistols.

2 – Liam Gallagher

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Segundo Noel Gallagher, o Oasis teve que cancelar seu show no V Festival, em 2009, porque seu irmão, Liam, estava de ressaca. Liam não gostou nada da declaração do irmão e entrou com processo contra ele dizendo que ele não pode se apresentar na ocasião porque estava com laringite.

No processo, a única exigência de Liam era que seu irmão lhe pedisse desculpas. Noel atendeu o pedido do irmão e o processo foi retirado.

3 – Paul McCartney

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Paul pode ser um Sir, mas ele já processou os Beatles em 1970. O processo era para dissolver a parceria da banda e impedir que Allen Klein gerenciasse suas finanças. O juiz deu a sentença a favor de Paul e parceria dos Beatles foi dissolvida em 1971.

“Se eu não tivesse feito isso, tudo teria pertencido a Allen Klein. A única maneira que achei para nos tirar dessa situação foi fazer o que fiz”, disse o ex-Beatle.

4 – Joey Kramer

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Em 2019, o baterista do Aerosmith sofreu uma lesão no tornozelo. E quando ele se recuperou e estava pronto para voltar para a banda e se apresentar no Grammy de 2020, a banda não deixou. Os colegas de banda queriam que Kramer fizesse vários ensaios antes de poder voltar a tocar com eles.

Por conta disso, Kramer processou a banda. Mas o juiz negou o pedido dele se juntar a banda novamente. “Dado que Kramer não toca com a banda há seis meses e a escassez de tempo de ensaio disponível antes das próximas apresentações, Kramer não mostrou um curso alternativo realista de ação suficiente para proteger os interesses comerciais da banda”, disse a decisão do juiz.

5 – John Densmore

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Em 2003, o ex-baterista e o ex-tecladista do The Doors se juntaram com o ex-vocalista da banda Cult, Ian Astbury, e começaram a fazer apresentações com o nome de “The Doors of the 21st Century”. Quem não gostou nada disso foi o ex-baterista da banda John Densmore, até porque ele não fazia parte do projeto.

Densmore não gostou que a palavra “Doors” fosse maior do que as outras no logotipo da banda. Ele pontuou que a imagem do alecido Jim Morrison estivesse sendo relacionada à nova banda. Por isso, o ex-baterista e os herdeiros de Morrison processaram seus ex-colegas.

Ao fim do processo, Manzarek e Krieger tiveram que pagar 3,2 milhões de dólares a Densmore e para a família de Morrison. Além de dois milhões de dólares em honorários de advogados. Depois disso eles começaram a se apresentar como “Riders on the storm”.

6 – Ozzy Osbourne

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Em 2009, Ozzy processou seu ex-companheiro de banda, Tony Iommi. De acordo com o Príncipe das Trevas, o guitarrista tinha se apropriado sozinho da marca Black Sabbath.

Mesmo que um processo tenha sido aberto, a questão foi resolvida de forma “amigável” em 2010.

7 – Roger Waters

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Durante vários anos, o clima entre os integrantes do Pink Floyd não era dos melhores. E em 1983, Waters decidiu deixar a banda. No entanto, quando a banda começou a gravar um novo álbum sem ele, ele os processou.

No final, eles chegaram em um acordo e David Gilmour e Nick Mason foram liberados para se apresentar como Pink Floyd. E depois de anos, Waters se reuniu com o resto da banda.

 

Fonte: https://www.msn.com/pt-br/musica/noticias/m%c3%basicos-que-processaram-suas-pr%c3%b3prias-bandas/ss-AANJGbw?li=BB1clQGu#image=16

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