7 verdades por trás das pessoas que sangram como Cristo

Ao longo da história, muitas pessoas afirmaram ter as chagas de Jesus Cristo, devido sua devoção ou porque haviam recebido um propósito divino. Essas feridas e cortes receberam o nome de estigmas. Cientistas do mundo todo já estudaram estas feridas mas nunca entraram em um consenso sobre como, de fato, elas surgem e desaparecem como mágica.

Aqui na Fatos Desconhecidos já escrevemos sobre as 7 coisas que você sempre entendeu errado sobre a igreja católica e as 7 coisas que a Igreja Católica proibiu ao longo da história. Hoje, listamos para vocês alguns fatos sobre as pessoas que possuem esses estigmas e que vão esclarecer alguns pontos sobre esse misterioso fenômeno. Confira!

1 – O que são os estigmas

Os estigmas são chagas que surgem no corpo das pessoas, que possuem certa relação com a crucificação de Jesus Cristo. As chagas podem aparecer simultaneamente ou individualmente em vários locais do corpo, como a palma das mãos e sobre os pés. As mulheres foram as mais afetadas pelo fenômeno até hoje, e a maioria delas eram pessoas religiosas.

2 – As causas

Ao longo da história, cerca de 300 pessoas receberam os estigmas. No entanto, apenas 60 delas foram canonizadas. As marcas podem ter 3 tipos de causas, sendo elas:  origem natural (caráter histérico), origem demoníaca e origem sobrenatural.

3 – As “Almas vítimas”

As “Almas vítimas” são aquelas pessoas que por um amor tão ardente a Jesus desejam se configurar como o Cristo Crucificado. No entanto, nem todos recebem os estigmas, como é o caso de Santa Terezinha do Menino Jesus.

4 – O sofrimento

Um sinal de que os estigmas são ocasionados por uma origem sobrenatural é que eles geralmente são precedidos de muito sofrimento, o qual a pessoa se santifica. Um processo de purificação de sua alma. No entanto, a maioria dos santos estigmatizados tinham vergonha de expor seus estigmas visíveis, como aconteceu com Santo Padre Pio de Pietralcina.

5 – As feridas não saram

Segundo relatos feitos pelo Padre Pio, diversas foram as tentativas para tratar e sarar as feridas dos estigmas. Nenhum médico teria sido capaz de curá-las. Nenhum remédio ou bandagem conseguia deter os sangramentos ou melhorar seu estado. De acordo com as pessoas que acompanhavam a vida do Padre, seus estigmas desapareceram alguns dias antes dele morrer, sem deixar quaisquer sinais ou cicatrizes.

6 – O primeiro estigmatizado

A primeira pessoa que se tem registro de ter recebido as chagas de Cristo foi São Francisco de Assis que, em 1224, teria tido uma visão de um anjo e logo em seguida recebido os estigmas.

7 – A visão da Igreja Católica

A igreja admite o fenômeno como uma forma de milagre. Como uma missão que os “bem-aventurados” teriam para o próprio desenvolvimento do homem e da igreja. Ao menos é o que explica o Padre Tito Paolo Zecca, professor de Teologia Pastoral e Espiritualidade na Universidade de Latrão.

Então pessoal, o que acharam da matéria? Deixem nos comentários a sua opinião e não esqueçam de compartilhar com os amigos.

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