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A estranha história do menino russo que dizia ter vivido em Marte

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Várias pessoas acreditam em outras vidas. No entanto, quase ninguém consegue se lembrar da sua vida passada. Só que esse menino em específico é uma exceção à regra, e a vida da qual ele se lembra não é humana, mas sim extraterrestre. Esse menino russo acredita pertencer a outra raça de seres e que ele tem uma missão na Terra. Ele veio de Marte e pertence a um grupo muito específico de pessoas que estão nesse mundo por um propósito.

O menino no caso é Boris Kipriyanovich, ou Boriska. Quando tinha 11 anos, o menino russo fez declarações que chamaram a atenção do mundo todo. Ele garantiu que tina vivido em Marte e ainda deu detalhes a respeito da sua experiência no planeta. Tudo foi falado em várias entrevistas que ele deu em 2007.

Os pais do menino dizem que ele foi uma criança prodígio. E justamente por conta da sua inteligência extrema, Boriska teria aprendido a ler com apenas dois anos, além de ter um destaque por conta dos seus conhecimentos a respeito de astronomia e física.

Menino

History

Segundo a mãe do menino, quando tinha três anos Boriska começou a falar a respeito do posicionamento dos planetas e dos mistérios do universo. Nessa época foi a primeira vez que ele disse ter vivido em Marte e que se lembrava de várias coisas a respeito do Planeta Vermelho.

Ele teria vindo até a Terra através da reencarnação. Esse fato deixou os entrevistadores bastante chocados, na época, já que eles pensavam ser uma brincadeira ou uma imaginação bem poderosa. Em alguma entrevista, o menino disse que quando ele morava em Marte ele visitava a Terra frequentemente. Ele fazia isso com naves comandadas pela Força Aérea Marciana.

Ainda conforme o menino, a sua raça de marcianos foi exterminada em um conflito nuclear milhares de anos atrás. Por isso que ele temia que os terráqueos estivessem indo na mesma direção.

Depois de toda a fama conquistada, Boriska sumiu da mídia e vive de forma reclusa e longe dos holofotes.

Marte

Olhar digital

No caso de Boriska, ele diz que já viveu em Marte, mas os terráqueos ainda não tiveram essa experiência. Contudo, isso não quer dizer que preparativos não estejam sendo feitos para quando esse momento chegar. Um exemplo disso é o habitat construído pela NASA para simular o Planeta Vermelho.

Ele está no Centro Espacial Johnson, em Houston, no Texas, e quatro voluntários foram para esse ambiente. A missão começou no final de junho e foi transmitida ao vivo pela NASA TV.

As quatro pessoas participando dessa missão são: Kelly Haston (comandante), Ross Brockwell (engenheiro de voo), Nathan Jones (oficial médico) e Anca Selariu (oficial de ciência). Na última terça-feira, eles completaram 100 dias na chamada Mars Dune Alpha.

Essa foi a primeira de três simulações que a NASA quer fazer como parte do seu programa chamado CHAPEA, que é a sigla em inglês para Exploração Analógica da Saúde e Desempenho da Tripulação. As outras missões estão programadas para acontecer em 2025 e 2026.

O ambiente que se passa por Marte aqui na Terra tem 158 metros quadrados e é equipado com cozinha, área comum, estações de trabalho e dois banheiros. O local também tem uma área externa feita com murais de areia vermelha para imitar o ambiente do quarto planeta do sistema solar.

Os quatro voluntários irão morar nesse simulador de base espacial e também farão simulações de caminhadas espaciais. De acordo com a NASA, para isso, eles terão ajuda de um sistema de realidade virtual.

Essa missão tem o objetivo de coletar dados sobre desempenho físico e cognitivo dos voluntários para conseguir compreender quais são os possíveis impactos que uma missão para Marte, que tem uma duração longa, terá na saúde e performance geral da tripulação.

“Os conhecimentos que ganharemos aqui nos ajudarão a enviar humanos para Marte e trazê-los para casa em segurança”, disse Grace Douglas, principal pesquisadora do programa CHAPEA.

Como o objetivo da agência espacial norte-americana é fazer uma missão tripulada para Marte na década de 2030, seus pesquisadores já estão vendo quais podem ser os possíveis desafios dessa viagem, como por exemplo, falhas nos equipamentos, atraso na comunicação, limitação de recursos e outros fatores que podem gerar um estresse no ambiente. Tudo isso é simulado nesse ambiente construído aqui na Terra.

Um outro experimento parecido com esse, só que menor, foi feito no começo de junho de 2023. Nele, nove astronautas espanholas ficaram 1 dia em um deserto em Utah, nos EUA, passando por situações inóspitas e parecidas com as que podem ser enfrentadas em Marte, dentre elas, uma baixa umidade e temperaturas muito extremas.

Fonte: History, Estadão

Imagens: History, Olhar digital

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