Curiosidades

A incrível história da jovem que sobreviveu 11 dias na Amazônia após um acidente de avião

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Por mais que o avião seja considerado um dos meios de transporte mais seguros, isso infelizmente não o faz imune a acidentes. E todo acidente de avião já é bem trágico por si só, mas em alguns, histórias surpreendentes são vistas, como no caso da jovem que sobreviveu depois de um acidente.

O caso aconteceu em 1971, época em que Juliane Koepcke era adolescente, ela passou por uma história de sobrevivência e determinação incrível na Amazônia peruana. A jovem nasceu em Lima, no Peru, e cresceu em volta de muita natureza. Além disso, Juliane se interessava bastante pelos animais e pelas plantas. E sua família vivia no Peru para estudar a fauna e flora local.

Era véspera de natal e ela e sua mãe estavam a bordo de um avião que caiu na floresta. Por um milagre a jovem de 17 anos conseguiu sobreviver à queda de 3,2 mil metros de altura. Ela ficou presa no seu assento que foi arremessado para fora do avião.

Acidente de avião

Twitter

O voo em que as duas estavam era da companhia aérea LANSA, e estava indo de Lima para Pucallpa, que é uma cidade na selva peruana. No voo, o avião passou por uma tempestade forte e acabou sendo atingido por um raio. Isso fez com que a aeronave se partisse no ar. A jovem estava sentada do lado da sua mãe e acabou sendo lançada para fora do avião presa em sua cadeira pelo cinto de segurança.

Mesmo tendo ferimentos por conta da queda, a jovem sobreviveu. Ela estava com uma clavícula quebrada, tinha cortes profundos nas pernas e tinha perdido seus óculos. Como estava sozinha na selva, Juliane enfrentou muitos desafios. A jovem procurou por mais sobreviventes, principalmente sua mãe, mas não encontrou nenhum, além de também não encontrar os destroços do avião.

Então, a jovem se deu conta de que precisava sair de onde estava para sobreviver. Com um vestido e somente uma sandália, Juliane saiu andando e viu um riacho pequeno. Ela seguiu o curso esperando que ele ficasse maior e chegasse em um rio.

Quando estava andando há quatro dias, Juliane levou um susto ao encontrar os corpos de três vítimas do acidente. Depois de dois dias, ela encontrou um rio grande. E no décimo dia, ela viu um barco ancorado nas águas e chegou a pensar que estava alucinando.

Sobrevivente

History

A jovem seguiu um caminho na selva e achou uma cabana, um motor de popa e um litro de gasolina. “Eu tinha uma ferida na parte superior do braço direito. Estava infestado de larvas com cerca de um centímetro de comprimento. Lembrei que nosso cachorro estava com a mesma infecção e meu pai colocou querosene nele, então suguei a gasolina e coloquei na ferida”, disse ela.

Na manhã do outro dia, depois de 11 dias na selva, Juliane foi encontrada por lenhadores locais. Eles a levaram para uma vila perto de onde estavam e a jovem foi resgatada e levada de volta para a civilização onde teve o tratamento necessário para suas feridas.

Depois de um tempo, Juliane descobriu que sua mãe morreu no queda do avião junto com mais 900 passageiros. Com o passar do tempo, Juliane estudou biologia e antropologia com o foco em coisas associadas à Amazônia. Então, ela se tornou uma cientista renomada.

Segurança

Rotas de viagem

Sempre que um acidente com aeronaves acontece a pergunta que grande parte das pessoas se faz é: qual é o assento mais seguro para se estar?

De acordo com pesquisas, o lugar mais seguro é em um assento do meio, aqueles lugares perto da parte de trás da aeronave. Por mais que testes de queda ou colisão não sejam feitos com frequência, tanto que é por isso que a produção do Discovery o fez, em 2012, especialistas fizeram um.

Eles usaram um Boeing 727 também com manequins como passageiros e colocaram câmeras em todos os lugares. Esse teste também foi feito no deserto do México.

Nele, os especialistas simularam um pouso de emergência. Como resultado, os assentos da frente do avião se mostraram os piores porque na ocasião a cabine do piloto foi arrancada da aeronave.

Além disso, alguns dos assentos da frente chegaram a voar metros de distância. E com o impacto, a chicotada sofrida e toda a destruição, quem estivesse sentado na frente da aeronave poderia ficar gravemente ferido ou até mesmo morrer.

Segundo uma análise feita pela revista Time, a respeito do Banco de Dados de Acidentes de Aeronaves CSRTG, da Federal Aviation Administration, em acidentes como esse, as pessoas que estão sentadas em assentos na parte traseira do avião têm um índice de mortalidade de 32%.

Esse índice cai para 28% quando as pessoas estão nos assentos intermediários, próximos à parte traseira. Já os passageiros que estão no terço médio do avião têm sua taxa de mortalidade em 39%. Por fim, quem se senta nos lugares do corredor, ou no meio do avião têm a taxa de mortalidade de 44%. E os que se sentam nos lugares no terço da frente do avião têm a taxa de 38%.

Por mais que alguns especialistas acreditem que os assentos mais seguros sejam os do corredor, a análise feita pela Time mostrou que os assentos do meio são os menos seguros. Mas os do meio na parte de trás do avião são os mais seguros.

Fonte: History

Imagens: History, Twitter, Rotas de viagem

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