
Uma grande operação internacional derrubou mais de 27 mil sites de streaming ilegal. A ação ocorreu antes da Copa do Mundo e teve impacto imediato no ecossistema da pirataria digital.

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As autoridades coordenaram a ofensiva em vários países. Além disso, elas intensificaram o combate a redes que distribuem conteúdo esportivo sem autorização.
As forças de segurança conduziram a operação Kratos 2 ao longo de sete meses. Elas atuaram em parceria com diferentes países europeus.
Durante esse período, os investigadores mapearam redes inteiras de IPTV pirata. Como resultado, eles identificaram e desativaram dezenas de plataformas ilegais.
Além disso, os agentes prenderam suspeitos e realizaram buscas em diferentes locais. Essas ações enfraqueceram a estrutura das redes criminosas.
Os sites ofereciam transmissões ilegais de esportes, filmes e séries. Em muitos casos, eles cobravam assinaturas clandestinas dos usuários.
Além disso, os operadores lucravam com anúncios e links maliciosos. Isso aumentava o risco para quem acessava as plataformas.
As autoridades classificaram essas redes como organizações criminosas. Por isso, elas atingiram não apenas os sites, mas também toda a infraestrutura envolvida.
As autoridades alertaram para os riscos desses serviços ilegais. Muitos sites expõem usuários a vírus, golpes e roubo de dados.
Além disso, criminosos exploram essas plataformas para capturar informações financeiras. Isso aumenta o perigo para quem consome esse tipo de conteúdo.
A UEFA e outras entidades apoiaram a operação. Elas reforçaram que a pirataria prejudica o esporte e reduz receitas oficiais.
As autoridades prometeram novas fases da operação. Elas já preparam novas ações para o período da Copa do Mundo.
Durante o torneio, os órgãos de segurança vão monitorar ativamente novas plataformas ilegais. Assim, eles pretendem derrubar rapidamente qualquer novo site que surgir.
Dessa forma, a ofensiva deve continuar de forma intensa ao longo do evento.
Fonte: Dexerto






