
Na última festa organizada por Elon Musk, o centro das atenções não foi um humano, mas sim Optimus, o mais novo robô humanoide da Tesla, encarregado de servir bebidas aos convidados. Com suas habilidades e capacidade de interação, o robô impressionou a todos.
O evento ocorreu na noite de quinta-feira (10) em Los Angeles e destacou as mais recentes inovações da Tesla, com Optimus brilhando no palco.
Nas redes sociais, vídeos do robô servindo bebidas e jogando pedra-papel-tesoura com os convidados rapidamente viralizaram, evidenciando o avanço dessa tecnologia. Em um momento inusitado, Optimus até respondeu a perguntas sobre política, surpreendendo os presentes.
Musk descreveu o robô como um “faz-tudo”, capaz de realizar tarefas domésticas e até mesmo atuar como um “amigo” das famílias no futuro. Ele mencionou que o objetivo é que o preço do Optimus varie entre US$ 20 mil e US$ 30 mil, tornando-o mais acessível do que um carro e disponível para o público em geral.
Com o lançamento de Optimus, a Tesla dá mais um passo rumo a um futuro de robótica doméstica, explorando o potencial dos robôs humanoides para auxiliar em atividades cotidianas e promover uma convivência harmônica com os humanos.

Via Forbes
Criar um robô como o Optimus da Tesla envolve uma combinação de várias tecnologias avançadas que precisam trabalhar de forma integrada.
Essas inovações unem áreas como robótica, inteligência artificial (IA), engenharia mecânica, eletrônica e sensores.
Para começar, o robô precisa de uma estrutura forte, feita de materiais leves e resistentes, como ligas de alumínio ou fibra de carbono. Essa estrutura deve imitar o esqueleto humano para permitir mobilidade e estabilidade.
Além disso, os componentes elétricos ou hidráulicos permitem que o robô mova suas articulações. Eles funcionam como músculos artificiais. Ao mesmo tempo, possui motores de alta eficiência, responsáveis pelos movimentos do robô.
Enquanto isso, atividades e interações dependem de sensores. Câmeras e sistemas de visão computacional permitem ao robô “ver” o ambiente ao redor. Isso inclui a capacidade de reconhecer objetos, pessoas e até interpretar gestos.
Ainda, auxiliam na percepção 3D do ambiente, permitindo que o robô navegue de forma autônoma e evite obstáculos.
No caso de Optimus, ele é mais avançado ainda, manipulando objetos com precisão pelos seus componentes tácteis, que medem força e pressão na hora de pegar os objetos. Assim, unido ao equilíbrio e movimento, criam um robô de alta performance.
Por outro lado, criações como o Optimus dependem também de uma alta programação. A IA usa algoritmos de aprendizado profundo (deep learning) para processar as imagens capturadas pelas câmeras, reconhecer padrões e tomar decisões com base no ambiente.
Para interagir verbalmente com os humanos, o robô precisa de tecnologias de NLP que permitem entender comandos de voz, responder a perguntas e manter conversas.
Ainda, permite que ele tome decisões autônomas, responda a estímulos do ambiente e execute tarefas com base em seus objetivos programados.

Via Insider
Claro, o robô precisa de um sistema operacional robusto para integrar todos os componentes de hardware e software, permitindo que ele processe dados em tempo real e execute tarefas de maneira eficiente.
No entanto, tudo isso vem de treinamentos em ambientes virtuais para estudar e programar seu desenvolvimento.
Além disso, todos esses elementos acompanham estudos sobre segurança e confiabilidade, para não deixar que a tecnologia seja uma ameaça aos humanos.
Com esses elementos, Elon Musk foi capaz de dar origem a um robô inédito, exclusivo e mais avançado que qualquer outra coisa conhecida no momento. Isso demandou grande estudo e inovação para colocá-lo em atividade.
Podemos esperar atualizações revolucionárias sobre essa tecnologia e suas novidades.
Fonte: Visor Notícias





