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Essas são as características físicas que mostram se você é pobre ou rico

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Mesmo que não seja um fator determinante de nossos destinos, a aparência física tem vários indícios e reflexos de como vivemos a vida. Ao longo dos anos, alguns pesquisadores tentaram ler esses sinais para descobrir se traços de aparência podem prever ações e comportamentos, mas os estudos ainda são imprecisos.

Segundo psicólogos e especialistas que tentam analisar as relações de hábitos, comportamentos e características físicas, alguns traços podem representar personalidades mais fortes, refletindo certos tipos de comportamento ou caminhos da vida.

Confira 8 características físicas que as pessoas ricas possuem.

Agora, numa nova reviravolta sobre primeiras impressões, um estudo descobriu que as pessoas são capazes de dizer se alguém é mais rico ou mais pobre do que a média das pessoas apenas ao olhar para uma expressão neutra. As pessoas também utilizam essas impressões de formas preconceituosas, fazendo com que os rostos mais ricos sejam mais suscetíveis a conquistar vagas de emprego do que os considerados pobres, por exemplo, de acordo com o professor Nicholas Rule e a estudante de PhD Thora Bjornsdottir, autores da pesquisa, publicada no Journal of Personality and Social Psychology.

Você também pode tentar julgar rostos observando a imagem abaixo.

Na imagem, os rostos dos grupos A e C eram dos mais ricos que a média, enquanto os dos grupos B e D eram os mais pobres.

Segundo os psicólogos da Universidade de Toronto, as pessoas conseguem uma precisão moderada ao tentar adivinhar se alguém é mais rico ou mais pobre do que a média somete a partir de uma fotografia de uma expressão neutra. O time responsável pelo projeto acredita que isso poderia até mesmo explicar como o preconceito ajuda a manter ciclos de pobreza, em que o rico ganha mais oportunidades de riqueza e o pobre fica cada vez mais pobre.

Os pesquisadores pediram que os participantes observassem uma série de fotografias de pessoas mostrando rostos neutros. Eles tinham apenas um segundo para confiar nos instintos e dizer se cada um ganhava mais ou menos do que o salário médio da população canadense. Em mais de 53% das ocasiões, um nível maior do que os de chances do acaso, as pessoas acertaram. Fatores como etnia ou gênero não afetaram em nada o resultado.

“O que estamos vendo são estudantes que têm de 18 a 22 anos e já acumularam experiência de vida suficiente que visivelmente mudou o formato de seus rostos ao ponto de você poder dizer sua posição sócio-econômica ou classe social”, explicou Nicholas Rule.

Porém, existe uma forma de driblar isso. De forma curiosa, os pesquisadores perceberam que a habilidade de ler classes sociais só funciona em rostos neutros, mas não quando as pessoas estavam sorrindo ou expressando outras emoções. Assim que os rostos mostravam algum sorriso ou raiva, todas as apostas eram erradas.

“As pessoas não estão realmente cientes de quais pistas estão seguindo quando fazem esses julgamentos”, esclareceu Thora Bjornsdottir. “Se você perguntá-los o porquê, eles não sabem. Eles não estão cientes de como estão fazendo isso.”

A conclusão do time é de que as emoções mascaram hábitos acumulados ao longo da vida e ficam marcadas nas expressões das pessoas ao fim da adolescência e início da vida adulta, como uma felicidade prolongada, frequentemente associada a ter muito dinheiro e satisfação.

“Ao longo do tempo, seu rosto passa a refletir e revelar permanentemente as suas experiências”, diz Nicholas Rule. “Mesmo quando pensamos que não estamos expressando algo, resquícios dessas emoções ainda estão ali.”

Segundo o professor, existem partes do cérebro que se especializam em reconhecimento facial. Assim, o rosto é a primeira coisa que nós reparamos quando olhamos para a alguém. Isso também explicaria porque vemos rostos em nuvens, torradas e outros objetos do dia-a-dia. “Nós somos meio que ligados para procurar estímulos faciais, e isso é algo que as pessoas pegam muito rapidamente. E eles são consistentes, o que faz com que seja estatisticamente significante.”

Aproveite para conferir 20 imagens de objetos do dia-a-dia que parecem extremamente felizes para quem tem pareidolia.

O estudo das classes sociais como área da psicologia e do comportamento está cada vez mais reconhecimento, segundo Nicholas Rule. Com 43 músculos concentrados numa área relativamente pequena do corpo, traços faciais fazem parte de algumas das áreas mais intrigantes nesse campo. Ele diz que o próximo passo pode ser estudar grupos de pessoas mais velhas, para analisar se os padrões faciais ficam mais aparentes com o passar do tempo.

E você, conseguiu reconhecer os mesmos padrões na imagem do teste? O que achou das conclusões do estudo? Conte para a gente nos comentários!

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