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Ganhadores de Loteria que voltaram a ser pobres

POR Eduardo Coelho    EM Curiosidades      20/07/15 às 18h51

Ganhar na loteria e perder tudo pode ser considerado sorte ou azar? Como podemos mensurar a sorte de um individuo que ganha sozinho na mega sena e perde tudo tempos depois? Os estudos estão cansados de apontar, aproximadamente 1/3 das pessoas que ganham dinheiro com apostas, acabam perdendo tudo ao longo dos anos.

E os exemplos comprovam o que a teoria ensina,  em 2013, um ganhador paranaense faturou a quantia de 23 milhões no prêmio, e por razões desconhecidas não foi buscar, o que gerou um baita buchicho e uma série de teorias conspiratórias que foram em vão.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, os ganhadores da loteria têm até 90 dias para resgatar o prêmio se porventura o vencerem. Quando a bolada não é retirada, o money vai para o (FIES) Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior, isso mesmo a bolada vai para os estudantes que precisam de ajuda para pagar a universidade, isso porque todas as loterias brasileiras pertencem ao Governo Federal, já que é proibido em nosso país os chamados "jogos de azar", somente o estado detém o monopólio para rodar a roleta e escolher um novo milionário.

Mas afinal, será quem são essas pessoas que gastam todo um prêmio da loteria? Quem são eles? Onde eles vivem? O que estavam pensando? A pergunta que não quer calar é:

Quem são os ex-milionários brasileiros que acabaram perdendo tudo o que ganharam com prêmios de loterias?

giphy

Antônio

Antonio, um baiano nascido no ano de 1983, aos 19 anos de idade, ganhou uma bolada em torno de 30 milhões de reais na loto.

Segundo o baiano, era tanto dinheiro, que ele nunca pensou que fosse acabar.  O cara assim que pegou a fortuna, se mudou para um requintado hotel em Salvador e diariamente variava seu cardápio de mulheres, além de ser um tanto quanto parceiro de seus amigos, sempre emprestando dinheiro aos manos. Antonio também ministrava e organizava festas de arromba na noite soteropolitana, regadas a extravagância e beldades femininas.

É certo que Antonio curtiu bastante a vida de milionário e o reconhecimento e poder que o dinheiro dá a um ser humano, ainda mais por ser um jovem rapaz de quase vinte anos na época. No entanto o rapaz não fez investimentos a médio e longo prazos a se fazer com a dinheirama toda.

O cara acabou perdendo tudo e retornando ao lar de sua mãe, onde atualmente trabalha como  'quebra-galho' em um restaurante.

Curiosamente, a mãe do baiano, não foi motivo da preocupação dele no que se diz respeito a assistência prestada, quando ele era milionário. Inusitada a revira-volta do destino, não?

Seu Alvino

O Seu Alvino, um vendedor de picolés do estado de Goiás, no ano de 1971 recebeu a quantia de 500.000 mil pilas da Mega-Sena. O que de fato mudaria a vida de qualquer vendedor de picolé brasileiro, né?

Mesmo casado, o quase milionário Seu Alvino era um perigote com as mulheres, uma das grandes causas do seu rompimento com a prosperidade financeira.

A riqueza do goiano durou cerca de 5 anos, segundo relatos de vizinhos dele. Curiosamente a única pessoa que esteve ao lado do então moço na década de 70, até os tempos atuais, foi a sua esposa.

Após mais de quatro décadas desde que ganhou a bolada, Seu Alvino admite que sua vida teria sido bem melhor se ele não tivesse ganhado nada, pois esse dinheiro não trouxe a ele felicidade alguma. Hm...

Nivaldo

E eis que temos mais um representante da Bahia! O senhor Nivaldo, de 65 anos e que recebeu da loteria esportiva uma fortuna no valor de 1,5 milhão de reais. Atualmente nem de longe parece o milionário ex-detentor dessa barganha, o homem de jeito bastante simples discorre sobre os fatos com sutileza.

Ao realizar duas apostas,uma com seu nome e outra com o de sua esposa, ele acertou um verdadeiro golaço com a aposta da esposa!

Quando ganhou o prêmio, frequentemente fretava võos pra ver seu time de coração, o Bahia, diretamente no seu estado de origem, já que ele estava morando no Rio de Janeiro, na época.

Assim como os demais milionários da pauta, o agora senhor de idade, não via limites nos gastos a serem feitos.

Atualmente vigia carros e ganha menos de um real por carro vigiado, e mal tem contatos com os filhos. Ainda recebe uma pensão de um salário mínimo da aposentadoria que ele tem que optar entre comprar as medicações para tratar sua hanseniase e se alimentar de um modo completo. Triste! 

 

Leitor da Fatos, você concorda que "Dinheiro na mão é vendaval"?

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Eduardo Coelho
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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