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NASA vai enviar mensagens para o espaço através de lasers

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NASA (Agência Espacial dos Estados Unidos) foi fundada no ano de 1958. Cerca de três anos depois, em 1961, foi criado o centro espacial norte-americano Johnson Space Center. A NASA funciona como núcleo de pesquisa, realização e comando de voos tripulados. Ela também abriga o MCC (Centro de Controle das Missões), cuja função principal é gerenciar todas as atividades que acontecem na Estação Espacial Internacional e todas as missões espaciais que são demandadas.

A agência é responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial, como o objetivo de “fomentar o futuro na pesquisa, descoberta e exploração espacial”. A agência está sempre nos revelando alguns novos segredos, como a existência de algum novo Buraco Negro, ou o descobrimento de um novo planeta ou exoplaneta. Ou até mesmo nos presentando com imagens do espaço.

E mesmo com todas as conquistas e proezas tecnológicas que a agência já conseguiu, a NASA ainda tem dificuldade em enviar dados de missões especiais de volta para o nosso planeta. E também para enviar dados da Terra para as missões. Em parte, é por isso, que as imagens e filmagens do espaço costumam ser granuladas.

Por décadas, nós estamos apontando as lentes em direção ao céu, para capturar imagens. Além disso, até mesmo os primeiros foguetes que foram lançados ao espaço trouxeram de volta, consigo câmeras do espaço.

No começo, as fotografias voltavam granuladas, pouco claras e incolores. A primeira imagem que foi tirada do espaço, por exemplo, foi de uma câmera cinematográfica de 33 milímetros. Os cientistas a amarraram a um foguete alemão capturado. Posteriormente, lançaram a mesma a partir da Terra, no fim da Segunda Guerra Mundial. Surpreendentemente, a câmera caiu na Terra e quebrou, mas o filme sobreviveu.

Mensagens

Agora, com novas instalações de laser entrando em funcionamento já em 2021, a NASA planeja enviar mensagens para cima e para baixo da Terra usando lasers infravermelhos. Isso vai melhorar muito a largura da banda da agência espacial.

Quando a chamada Optical Ground Station 2 (OGS-2), que está programada para ser construída em Haleakala, no Havaí, estiver pronta a NASA espera ter um nível de detalhes nunca visto antes em suas pesquisas no espaço.

Mas existem algumas desvantagens na utilização dos lasers ao invés de transmissões de rádio. Ou seja, os lasers infravermelhos podem não penetrar nas nuvens. Com isso, a NASA só vai ser capaz de se comunicar com a espaçonave quando o tempo estiver bom e aberto.

Nos dias chuvosos, a NASA pode mudar para uma instalação mais antiga, o OGS-1, que está localizado na Califórnia.

Mas a agência acredita que o risco de chuva vale a pena. Segundo o comunicado de imprensa, os lasers vão melhorar as taxas de transmissão de dados de 10 a 100 vezes, em relação aos sistemas de rádio atuais.

Isso quer dizer que terão novas possibilidades de imagens da Terra e de outros corpos no sistema solar como um todo. Além de níveis de detalhes sem precedentes. Isso dará aos cientistas um novo olhar do universo ao nosso redor.

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