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Naves alienígenas podem ter visitado sistema solar, diz chefe do Pentágono

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A vida fora da Terra é um assunto que levanta várias discussões. Tendo os alienígenas características como pele verde com cabeças grandes ou não, existem aqueles que acreditam que não estamos sozinhos no espaço e aqueles que acham que vida fora do nosso planeta é totalmente impossível.

Até o momento, não se pode afirmar que alienígenas, de fato, não existem, ao mesmo tempo que sua não existência também não é provada. Contudo, de acordo com um estudo feito por Sean Kirkpatrick, diretor do Escritório de Resolução de Anomalias de Todos os Domínios (AARO) do Pentágono, e Abraham Loeb, presidente do departamento de astronomia da Universidade de Harvard, naves alienígenas podem ter se aproximado do nosso planeta, liberado várias sondas e ido embora.

Exploração

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Essa forma de exploração sugerida no estudo pelos pesquisadores é a mesma feita pela NASA no estudo de outros planetas. Os pesquisadores pontuam que esse processo de liberação de sondas pode ser comparado ao dente-de-leão. Isso porque essa planta solta várias sementes flutuantes quando é assoprada. Por conta disso que o fenômeno não poderia ser registrado pelos astrônomos.

“Um objeto interestelar artificial pode potencialmente ser uma nave-mãe que libera muitas pequenas sondas durante sua passagem próxima à Terra, uma construção operacional não muito diferente das missões da NASA. Os astrônomos não seriam capazes de perceber o borrifo de minissondas porque elas não refletem luz solar suficiente para que os telescópios de pesquisa existentes as notassem”, disse o estudo.

Alienígenas

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Por mais que não se possa provar que alienígenas existam, um cientista espanhol anunciou que desenvolveu um cálculo matemático capaz de indicar quantas civilizações alienígenas existem na galáxia. Contudo, alguns especialistas dizem que essa descoberta pode atrair formas de vida hostis.

Tanto é que, vários anos atrás, o físico Stephen Hawking disse que as tecnologias de comunicação com alienígenas podem ter resultados perigosos. Isso porque essas tecnologias iriam deixar a localização da Terra exposta, colocando em risco a segurança dos humanos e de todos os outros seres vivos do nosso planeta.

Mesmo assim, isso não impediu que Alberto Caballero, doutorando da Universidade de Vigo, na Espanha, tenha criado o seu cálculo. Nele, o pesquisador elaborou estimativas que apontaram para a existência de até 15.785 civilizações diferentes na Via Láctea. Dentre esse número, algumas podem representar uma ameaça para a Terra.

O estudo feito por Caballero partiu de uma análise do famoso “WOW!”, forte sinal de rádio detectado em 1977 por um radiotelescópio dos Estados Unidos usado para tentar identificar vidas alienígenas.

Então, para desenvolver seu cálculo, Cabellero fez algumas suposições. Ele analisou quantas vezes uma potência militar invadiu outro país nos últimos 50 anos e depois aplicou esses dados ao número de planetas conhecidos e aqueles que são potencialmente habitáveis.

Como resultado, ele concluiu que a probabilidade de alienígenas hostis atacarem nosso planeta é bem baixa. “A chance de invasão extraterrestre no planeta caso entremos em contato com eles é cerca de duas ordens de magnitude menor do que a probabilidade de uma colisão de asteroides aqui”, explicou ele.

Além disso, o pesquisador também disse que à medida que as sociedades na Terra foram ficando mais avançadas, a probabilidade de invasão alienígena caiu. De acordo com ele, as civilizações alienígenas que são capazes de destruir a Terra estariam menos interessadas em um extermínio em massa conforme elas progridem tecnologicamente.

“Uma civilização alienígena pode ter um cérebro com uma composição química diferente e pode não ter empatia. Talvez eles sejam dotados de comportamentos psicopatológicos. Apesar das limitações, esta teoria foi o caminho que encontrei para o estudo, já que não temos informações suficientes sobre como os alienígenas pensam”, concluiu Cabellero.

Fonte: Terra,  UOL

Imagens: Huffington postABC

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