Arqueólogos na Turquia identificaram, em ossos de uma criança do século 12, sinais de uma condição rara que engrossa e deforma o osso, a hiperostose cortical infantil. O achado ajuda a recontar como doenças pediátricas já assombravam famílias no período Bizantino e por que, mesmo hoje, o diagnóstico ainda é um quebra-cabeça.























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