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Pai perde direito de ver filhos por usar fraldas adultas

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A Austrália não entrega ao mundo apenas animais exóticos. Isso porque histórias bizarras também habitam aquela enorme ilha. Um exemplo disso é a decisão da justiça australiana em impedir um pai de ver os filhos por ele gostar de usar fraldas adultas.

A proibição veio após o homem ir buscar suas crianças com parte da vestimenta à mostra. De acordo com a juíza responsável, isso pode causar efeitos negativos nos comportamentos das crianças.

Fonte: CCBY / Whoisjohngalt

Um “marco”

Antes de pedir o divórcio, a mãe das crianças já sabia do estranho hábito do homem com quem ela se casou. Ele não usava as fraldas por conta de algum problema intestinal ou algo do tipo, afinal, a opção por essa vestimenta era puramente gosto pessoal.

Sendo assim, a ex-esposa começou a se incomodar ainda mais quando essa prática passou a afetar os filhos do casal. Além disso, o pai de família também não contribuía para que ela mudasse sua concepção. Isso porque, em 2019, ele foi buscar as crianças usando a bendita fralda adulta, dessa vez com a peça parcialmente exposta.

Logo, na cabeça da mãe não restava outra alternativa, ela precisava afastar o patriarca de sua prole. Por isso, a mulher moveu um processo judicial contra o “bebezão”, tendo a decisão do caso sido expedida somente em 2022.

Fonte: Ekaterina Bolotvsova

Basicamente, a justiça entendeu que era necessário inibir o contato do pai com os filhos do casal por conta do hábito de usar fraldas. Diante disso, a parte prejudicada entrou com um recurso, o qual recebeu a rejeição da juíza Hilary Hannan no dia 13 de abril.

Segundo ela, a argumentação do patriarca não apresenta uma versão que tire o fundamento dos riscos que a situação pode ter. Além disso, a magistrada alega que as crianças podem passar por episódios de exposição nociva por conta da prática do pai. Com essa vitória, a mãe das crianças se disse satisfeita com o desfecho do processo. Ademais, ela classificou a sentença como um “marco”.

A moda dos bebezões

A princípio, pode ser que o homem do caso relatado não seja um adepto dessa moda, mas há uma tendência mundial de infantilização. Nos Estados Unidos, uma mulher vive como um bebê em tempo integral, e ainda compartilha sua rotina nas redes sociais.

Paigey Miller tem 25 anos, e mesmo assim, ainda brinca com brinquedos e dorme em um berço. Quem financia esse estilo de vida é a ABDL, uma comunidade de adultos que amam fraldas. Dessa forma, a americana fatura cerca de 230 libras (1.300 reais) por mês apenas nessa peça de roupa.

Fonte: Instagram

Desde maio de 2018, ela vive como um bebê e diz que busca normalizar esse estilo de vida. A propósito, ela tem um relacionamento estável há cinco anos com uma pessoa que não tem os mesmos hábitos que ela. “Estou noiva de alguém com quem estou há cinco anos. Ele não tem esse estilo de vida, mas apoia”, conta ela ao The Mirror.

Por outro lado, a família dela também acolheu os hábitos incomuns de Paigey. “Sempre colecionei brinquedos e tive um senso de humor mais jovem, de modo que todos os meus amigos e familiares foram muito receptivos”, relata a influencer.

Paigey não é um caso isolado. A babá tailandesa Rose recebeu a proposta de ser a cuidadora de um marmanjo, oferta que ela não recusou. Sendo assim, ela ficou responsável por vestir fantasias nos “bebezões”, colocar chupeta, fazer papinha e levar para passear de carrinho no parque. Inclusive, faz parte do pacote ela dar broncas quando os contratantes fazem alguma arte.

Fonte: Adult Baby Holiday Nursery

Nesse sentido, ao pesquisar na internet, Rose percebeu que mais pessoas adultas queriam um tratamento daquele. Por isso, ela abriu um berçário em Bangkok, capital da Tailândia, com foco em atender os marmanjos. Caso se interesse em ser um bebezão da tia Rose, a taxa mínima da diária é 555 reais.

Fonte: R7.

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