Peixe mais venenoso do mundo é alimento comum no Brasil 

Cada país tem suas características próprias e uma que se destaca é a culinária. O brasileiro, muitas das vezes, acaba desejando muito a comida de outros países e esquece que o nosso país tem uma culinária tão rica, boa e até melhor que a de outros países. No entanto, algumas coisas que comemos por aqui podem ser vistas com estranheza por turistas. Como por exemplo, o fato de o peixe mais venenoso do mundo ser um alimento comum no Brasil.

Um dos peixes mais populares no nosso país é o salmão, sendo bem consumido em pratos como sushi, sashimi e grelhados. Contudo, o que muitos não sabem é que, por trás do sabor e aparência saudável, existe um problema bem grave.

De acordo com especialistas, o salmão norueguês, criado em cativeiro, é um dos peixes mais venenosos do mundo por conta da quantidade grande de parasitas e resíduos químicos no seu organismo.

Peixe mais venenoso do mundo é consumido sempre no Brasil

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O alerta para o salmão ser o peixe mais venenoso do mundo, e ser um alimento comum no Brasil , tem aumentado nos últimos anos por conta das práticas da aquicultura intensiva na Noruega. Até porque, a forma como eles são criados tem influência direta na qualidade e nos riscos que eles representam para a saúde das pessoas.

Ao contrário do salmão selvagem, aquele que cresce livremente no oceano e se alimenta naturalmente, o norueguês é criado em cativeiro e vive em tanques superlotados que tem como desafio a proliferação de doenças. Sabendo disso, os produtores usam grandes quantidades de antibióticos e pesticidas para evitar as infecções e parasitas.

Como resultado, tais produtos químicos não somente ficam no ambiente como, também, se acumulam na gordura do peixe, o que faz ele ser mais potencialmente tóxico. Por conta disso, consumir com frequência esse alimento pode fazer a pessoa ter uma exposição contínua a substâncias prejudiciais causando desde desequilíbrios hormonais até doenças mais graves, como o câncer.

De acordo com mostrado por pesquisadores, o salmão de cativeiro pode carregar mais de 70 tipos de parasitas, o que aumenta o risco de infecções para quem o consome, especialmente se ele estiver cru. As substâncias químicas presentes nele tem relação com vários problemas de saúde como distúrbios hormonais e neurológicos. Também favorecem a resistência bacteriana e intoxicações e danos ao sistema nervoso.

Quem gosta de salmão e quer continuar comendo o alimento, existem formas seguras para isso. Como por exemplo, checar a procedência do peixe antes de comprar, preferir o salmão selvagem, evitar consumir frequentemente ele cru e diversificar as fontes de ômega-3.

Fonte: Tribuna de minas 

Imagens: Freepik

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