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Pimenta malagueta reduz em 25% o risco de qualquer morte

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Uma das poucas coisas que temos certeza na vida é que, infelizmente, um dia ela chegará ao fim. Não só as nossas, mas também as de quem amamos, e é por isso, que precisamos nos cuidar e cuidar dos nossos entes queridos. É preciso estar atento o tempo todo, pois as causas de morte podem variar. Há quem sofra um acidente fatal, assassinatos são reais, sejam eles propositais ou não e, é claro, doenças que podem nos levar ao fim. O Covid-19, doença causada pelo novo Coronavírus e responsável pela pandemia que estamos vivendo em 2020, por exemplo, matou milhões de pessoas. Outro grande culpado por milhões de morte é o câncer.

Buscando então estender o tempo de vida, nos submetemos a diversas coisas. Cuidamos da saúde com uma rotina de exercícios, sejam eles em academias, em casa ou parques públicos com uma boa circulação de ar. No entanto, não adianta muito se não seguirmos uma boa dieta, reduzindo ao máximo as coisas que podem trazer complicações internas e acrescentando tudo aquilo que nos traz benefícios. Uma coisa que muitas pessoas não gostam, mas pode fazer com que vivamos mais tempo é a pimenta, mais precisamente, a malagueta.

Foi pensando um pouco sobre isso, que decidimos trazer essa matéria para você, caro leitor. Confira então a seguir um estudo que mostra que essa pimenta pode reduzir 25% o risco de morte. Aproveite para compartilhar com seus amigos desde sempre e, sem mais delongas, vamos lá.

Pimenta malagueta pode reduzir o risco de morte

Pessoas acostumadas a consumir pimenta malagueta podem viver mais, além de uma redução no risco de morrer por várias causas. É isso que mostra uma pesquisa apresentada em um evento da American Heart Association. Alguns estudos anteriores já apontaram o poder anti-inflamatório, anticâncer e antioxidante desse alimento, em especial da capsaicina. Esse último é um componente que confere o ardido ao vegetal. Os estudioso precisaram revisar 4729 mil estudos  de bancos de dados de saúde global para a nova pesquisa.

Esses vieram da Ovid, Cochrane, Medline, Embase e Scopus. Dos bancos utilizados, quatro incluem especificamente informações sobre o consumo de pimenta malagueta no mundo. O grupo teve acesso aos registros de dieta de mais de 750 mil indivíduos nos Estados Unidos, Itália, China e Irã. Isso deu a oportunidade de comparação da saúde daqueles que comem pimenta malagueta regularmente com aqueles que raramente ou nunca consomem.

Essa apuração mostrou ainda que as pessoas que estão acostumadas com esse tipo de pimenta têm uma redução relativa de 26% na mortalidade cardiovascular. Além disso, um risco 23% menor de morrer po câncer; e uma probabilidade 25% mais baixa de falecer por qualquer outra causa. O líder da pesquisa e cardiologista Bo Xu, disse que ficou muito surpresa com o que encontrou. “Isso destaca que os fatores dietéticos podem desempenhar um papel importante na saúde geral”.

No entanto, os mecanismos que podem explicar essa descoberta ainda não são conhecidos e são necessárias mais pesquisas para confirmar essa teoria. “É impossível dizer de forma conclusiva que comer mais pimenta pode prolongar a vida e reduzir mortes, especialmente por fatores cardiovasculares ou câncer”, disse Xu. Ele ainda ressalta que esses dados de saúde analisados são limitados. Além disso, outros fatores podem ter influenciado o resultado, como a frequência e a quantidade de pimenta consumida.

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