
A humanidade tem apenas 30 anos para enviar uma missão até Sedna, o planeta anão mais remoto do Sistema Solar, antes que ele desapareça por mais 11 mil anos. Cientistas de todo mundo, enxergam nessa janela uma oportunidade única e, um grupo de pesquisadores italianos, já propôs planos audaciosos para capturar essa chance.
Descoberto em 2003, Sedna completa uma volta ao redor do Sol, aproximadamente, a cada 11 mil anos, com o ponto mais próximo do Sol (periélio) previsto para 2075 até 2076.
Sua superfície avermelhada guarda compostos voláteis e gelo capazes de revelar segredos da formação precoce do Sistema Solar.
De acordo com pesquisas como a de Zubko – encontrada no arXiv – os melhores intervalos de partida são entre 2029 e 2034, usando assistências gravitacionais (Venus, Terra, Júpiter, Saturno e Netuno) para economizar combustível e tempo.
Como tecnologias de propulsão pode-se usar:
Contudo, essas tecnologias são experimentais.

Direct Fusion Drive (DFD)
Alcançar o planeta anão Sedna traria benefícios guardados por milênios:
Mark Thompson, da Universe Today lembra:
Sedna não voltará por 11 mil anos. É agora ou nunca – precisamos investir em propulsão revolucionária!
Portanto, Sedna representa um dos capítulos mais extremos da exploração espacial. Há dois caminhos: 7 anos de sobrevoo com vela solar ou 10 anos de objetivo orbital com fusão nuclear.
Enfim, enfrentar esse desafio é mostrar que a humanidade ainda pode mirar além, desbravando o desconhecido antes que a próxima oportunidade apareça daqui há 11 mil anos.






