Hoje em dia as mulheres ocidentais estão no mercado de trabalho e brigam, como os homens, pelo pão de cada dia. Isso fez com que elas começassem a ser mais respeitadas dentro de casa e reconhecidas pelo governo. Elas votam, fazem compras, cuidam dos filhos e, não raro, dirigem famílias inteiras sozinhas.

Por outro lado, esse fator não foi forte o suficiente para extinguir de vez a violência contra a mulher. A Lei Maria da Penha está aí, mostrando um número enorme de casos em que elas ainda são agredidas e maltratadas.

Se isso acontece no Brasil, que tem um Estado à favor da mulher, imagina o que não acontece nos lares do Oriente Médio? Nessa parte do mundo, o sexo feminino é menosprezado em importância social e deve, até hoje, se sujeitar às decisões masculinas.

Publicidade
continue a leitura

Uma forma de punir as mulheres tidas como rebeldes é com queimaduras de ácido. E não há cerimônia alguma nessa prática: elas são acertadas (por desconhecidos, parentes ou maridos) no rosto, que fica totalmente corroído e desfigurado.

Para denunciar esse costume terrível e dar voz às vítimas do ácido, o fotógrafo Emilio Morenatti criou um ensaio chocante, retratando o resultado devastador que essas mulheres feridas guardam. Foi no Paquistão, coração dessa violência sem limites, que o profissional deu vida ao seu projeto “Faces of Islan” (Faces do Islã, em português).

Publicidade
continue a leitura

Confira, na galeria, algumas fotografias que compõem o trabalho do fotógrafo e entenda os motivos pelos quais as vítimas foram agredidas:

Publicidade
continue a leitura

Clique aqui para ver a Galeria (Se você estiver usando celular)

Publicado em: 01/04/15 11h34