3 casos de jornalistas que foram vítimas de atentados enquanto trabalhavam

POR A redação    EM História      26/08/15 às 14h46

A repórter Alison Parker e o cinegrafista Adam Ward, de uma rede local filiada ao canal americano CBS, foram baleados durante uma reportagem ao vivo no estado da Virgínia nesta quarta feira (26). De acordo com as últimas informações, o atirador seria um ex-funcionário da emissora. Após o crime, ele atirou em si mesmo, e se encontra em estado grave, segundo a CNN.

Alison tinha 24 anos, enquanto Adam era 3 anos mais velho. O suspeito Vester Lee Flanagan, de 41, registrou o ato em sua conta no twitter (já suspensa). A polícia começou a persegui-lo imediatamente após o crime. Mais tarde, a imprensa comunicou que ele próprio havia se ferido propositalmente. Sua motivação, segundo sua conta na rede social, teria sido comentários racistas feitos por Alison, além de reclamações ao RH da empresa por parte de Adam.  Confira o vídeo (as imagens são fortes):
https://www.youtube.com/watch?v=c7jwCS0H24I

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Alison não foi a primeira jornalista a sofrer um atentado este ano. A profissão exige um comprometimento que pode levar o profissional a cobrir eventos bem perigosos, nos quais suas vidas realmente são colocadas em risco. Confira outros 2 casos de jornalistas que morreram enquanto trabalhavam:

Jornalista morto em conflitos na Síria

Siria

O jornalista Zaer al Alayi foi assassinado enquanto cobria os confrontos na Síria, em abril, no bairro de Yobar, na capital síria. Zaer realizava a cobertura do ataque às Forças Armadas realizado pelos "terroristas takfiri", nome dados aos muçulmanos radicais. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos confirmou a morte do profissional, e ainda acrescentou os assassinatos de outros três integrantes das forças do regime, incluindo dois oficiais. A causa exata da morte de do jornalista não foi divulgada. O bairro de Yobar é cenário constante da troca de tiros entre organizações rebeldes de tendência islâmica e efetivos pró-regime.

Jornalistas assassinados pelo Estado Islâmico

Estado

Cinco jornalistas que trabalhavam para uma emissora de TV da Líbia tiveram suas gargantas cortadas por Militantes do Estado Islâmico, também em abril. As vítimas estavam desaparecidas desde agosto de 2014, quando deixaram a cidade de Tobruk após cobrir a inauguração do Parlamento eleito do país. A rota dos repórteres passava por um reduto dos militantes, onde possivelmente foram capturados e mantidos como reféns. O Exército do país confirmou que as mortes foram realizadas pelo Estado Islâmico. Os corpos degolados foram encontrados nos arredores da cidade oriental de Bayda.

Fontes: CNN

A redação
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL

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