
A gente acompanha o seriado durante todas as suas temporadas, se emociona, cria apego pelos personagens principais, fica na expectativa e quando chega a última temporada: decepção. A série pode até ser boa, mas se o último episódio for ruim, a gente fica irritado e desmotivado.
Ok, o finale pode até fazer sentido para o enredo, ser um fechamento digno ou algo que os produtores pensaram no começo do seriado, mas não deixa de nos desapontar e nos deixar com raiva, de tão ruim, sem graça ou inimaginável que possa ser.
Confira os6 piores finais de séries de todos os tempos. (CONTÉM SPOILERS!!!)

Showtime deixou todo mundo louco com Dexter, de 2006 à 2013. O assassino vigilante que só matava pessoas ruins nos cativou, e começamos a amar o personagem, desde o piloto até o penúltimo episódio. No último episódio, a decepção: Dexter finge a própria morte e acaba passando o resto da vida trabalhando como lenhador, nunca matando ou sendo pego por seus crimes. Teria sido bem melhor se Debra não tivesse morrido, ou se o próprio Dexter fosse preso mas ajudasse a polícia a capturar assassinos, estilo Hannibal. Mas não… Até hoje os fãs pedem uma continuação ou spin-off, mas os produtores só farão isso de Michael C. Hall voltar a atuar como Dexter.
De 2005 à 2014, How I Met Your Mother deixou os fãs intrigados e curiosos para saber quem era a tal “Mother”. Quando finalmente ela é revelada, descobrimos que, na verdade, a “mother” já havia morrido quando Ted está contando a história, e que ele volta a ficar com Robin depois da morte da esposa. Isso deixo muitos fãs irritados.
O tão esperado final de Lost, em 2010, deixou uma grande porcentagem dos fãs decepcionados e confusos. No final, descobrimos que todos os personagens na Ilha já estavam mortos. E isso gerou mais perguntas: quando exatamente eles morreram? Que partes da viagem no tempo eram reais e quais não eram? E a Ilha?
O show foi praticamente condenado desde o momento em que Ashton Kutcher substituiu Cherlie Sheen. A história de Charlie passando adiante e um bilionário aleatório aparecer e decidir comprar a casa foi bem forçadinho. Sem contar que o “meio” dos “dois homens e meio”, (Jake) deixou de ser um personagem regular na série. Mas o pior foi terem brincado com a ideia de que Charlie não estava morto, mas foi sequestrado. No final, o suposto Charlie é visto de costas, chega na porta e é atingido por um piano que cai do céu e o mata. Depois, o diretor Chuck Lorre aparece e diz “Na Mosca”, referência à famosa frase de Charlie, só pra depois ser também atingido por um piano.
O último episódio falhou em fazer qualquer sentido para o fechamento da série, especialmente não com a morte do Comandante Tucker. Porém, os atores não se surpreenderam com o rumo que as coisas tomaram.
O último episódio de True Blood foi bem desnecessário. Um casamento que não importava, muito sangue e violência sem sentido e o longo romance entre Bill e Sookie terminando com ele pedindo para que sua amada o matasse.






