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7 descobertas recentes que dão esperança para quem sofre dessas doenças

POR Leticia Rocha    EM Ciência e Tecnologia      11/03/19 às 18h24

Vivemos em pleno século XXI e, felizmente, já alcançamos grandes avanços em vários sentidos. Ciência, tecnologia, relações humanas e na saúde. Doenças que antes dizimavam cidades inteiras, hoje não têm tanto alcance, algumas até já não são notificadas. Epidemias e vírus são controlados e não assombram mais como há séculos atrás. Mas mesmo tendo alcançado tanto desenvolvimento, ainda hoje algumas doenças terríveis ainda assombram a humanidade.

Algumas doenças são conhecidas como crônicas e não têm cura, apenas tratamento. Enquanto que outras, mesmo tratando, não garantem um pleno livramento. Infelizmente não avançamos o suficiente para não contrair nenhuma dessas enfermidades. Mas isso não impede os estudiosos de tentaram encontrar uma solução. Por sorte, os avanços continuam a acontecer e novas descobertas são motivo de esperança para muitas pessoas que sofrem com doenças graves.

Descubra agora algumas dessas descobertas.

1 - Droga contra vários tipos de câncer

Pesquisadores do Instituto de Pequisa do Câncer, em Londres, testaram uma nova droga que age contra vários tipos de câncer. A tizotumab-vedotin penetra no tecido com tumor e o destrói por dentro. A substância foi testada em pacientes que sofriam com câncer recorrente e já não respondiam às demais formas de tratamento. Ao todo, 120 pacientes receberam a droga e boa parte deles apresentou progresso em seu tratamento.

2 - Parkinson

A doença de Parkinson geralmente afeta pessoas mais velhas, e é um distúrbio que atinge o sistema nervoso central e isso afeta o movimento e causa tremores. Recentemente, uma pesquisa realizada com pessoas que já sofriam com a doença há alguns anos, trouxe bons resultados. A droga GDNF foi injetada diretamente no cérebro dos pacientes, e após 9 meses de tratamento, o cérebro deles já havia rejuvenescido cerca de 5 ou 6 anos. Um grande avanço para a doença, já que os próprios pacientes notaram uma melhora significativa no seu quadro.

3 -  Artrite reumatoide

A artrite reumatoide é uma doença que afeta as articulações, provocando a inflamação dessas vias. A doença não tem uma causa específica e o tratamento é sintomático. Mas o ano de 2019 começou com alguns progressos no tratamento da doença. Os cientistas parecem ter descoberto o causador da doença, que é o gene ELMO1. Agora os especialistas buscam uma droga que seja capaz de desabilitar tal gene. Além disso, agora que sabem o causador, podem também buscar uma forma de detectá-lo, antes que apareçam os primeiros sintomas.

4 - Cura da tuberculose

A tuberculose é uma doença bacteriana infecciosa que afeta milhares de pessoas em todo o mundo. A doença pode ser difícil de ser tratada, já que a bactéria se adapta aos antibióticos. No entanto, isso parece estar perto de mudar. Os cientistas descobriram que a toxina MbcT é capaz de matar as bactérias, o que facilitaria o tratamento da doença. A substância até agora só foi testada em camundongos.

5 - Fim dos inaladores pra quem sofre com a asma

As pessoas que sofrem com asma precisam ter sempre à mão seus inaladores. No entanto, uma droga chamada Feviprant pode colocar fim ao uso dos inaladores. A droga já está em teste há algum tempo e é capaz de evitar a constrição das vias aéreas, o que provoca os ataques de asma.

6 - Diabetes

As pessoas que sofrem com a diabetes às vezes precisam aplicar insulina e para isso utilizam as injeções. No entanto, os cientistas da Universidade de Massachusetts desenvolveram uma pílula que vai dispensar o uso das agulhas. Basta ingerir a pílula que ela irá liberar a insulina na parede do estômago, sem que isso cause nenhum desconforto.

7 - Recuperação de danos cerebrais

Quando ocorre um dano cerebral, a região afetada perde a capacidade de produzir neurônios. Acontece que as células que ajudam a criar essas conexões neurais continuam presentes na região, basta apenas ensiná-las a construir os neurônios novamente. E é nisso que os cientistas têm trabalhado. Eles criaram uma combinação de moléculas que ajuda nessa transformação. Os estudiosos pretendem que com uma pílula se possa no futuro ajudar a tratar pessoas que sofreram um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e também aqueles que sofrem com o mal de Alzheimer.

E você, já sabia de alguma dessas descobertas? Nos conte aqui nos comentários e aproveita para compartilhar com os amigos. Talvez isso traga esperança para alguns deles.

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Leticia Rocha
Jornalista e aprendiz de Dani Noce. No insta é ticia_rochaa
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