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A ciência descobriu que esse é o momento exato de terminar um relacionamento

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Manter um relacionamento duradouro, não é nada fácil e todo mundo sabe disso. Compartilhar a vida com outra pessoa, envolve inúmeras variáveis. Essas podem determinar, ou não, se esse relacionamento está fazendo bem para as partes envolvidas.

Ao mesmo tempo em que essa época, de Natal e fim de ano, seja boa para compartilhar momentos e alegrias, também é um período onde mais acontecem rompimentos. Provavelmente, desafiados pela perspectiva de passar mais um ano junto ao seu parceiro romântico, muitas pessoas podem começar a se questionar sobre o seu relacionamento nessa época do ano.

Não é por acaso, que o mês de janeiro é o mês com o maior número de pedidos formais de divórcio. No entanto, saber a hora de colocar um ponto final, em um relacionamento, é muito complicado. Será se eu devo me esforçar mais para fazer o relacionamento funcionar? Ou eu já gastei muita energia com isso? Um estudo mostrou que fazer uma lista de prós e contras pode ser uma opção, na hora de tomar uma decisão como essa.

O estudo

Um estudo, realizado em 2018, mostrou que a maioria das pessoas consegue decidir melhor esse tipo de coisa, depois de fazer uma lista de razões para manter ou acabar um relacionamento.

Baseado nas respostas de 447 participantes aos questionamentos relacionados ao seu atual relacionamento, os pesquisadores identificaram, pelo menos, 27 motivos pelos quais as pessoas optam por permanecer em um relacionamento. Entre os mais comuns, estão o cumprimento da intimidade física e emocional. E também o dever com a família e os benefícios financeiros de se manter um casamento, por exemplo.

Já os motivos que levam as pessoas a terminar relacionamentos duradouros, incluem quebra da confiança, insatisfação sexual, conflitos de interesse e incompatibilidade. E a principal delas, quando uma das partes encontra alguém novo.

Modelo de investimento

Os pesquisadores criaram um “modelo de investimento”, para tentar entender as escalas de comprometimento, dentro de uma relação. Para assim, determinar o que motiva alguns a seguirem em frente, e outros a permanecerem em um relacionamento.

De acordo com esse modelo, três fatores específicos contribuem na mesma intensidade para o comprometimento das pessoas. Primeiramente, a satisfação, que é um indicador do quanto as experiências negativas se sobressaem em relação às positivas. Então, quando a satisfação é alta, as pessoas se sentem, como se suas necessidades estão sendo atendidas.

Esse modelo também leva em consideração os investimentos, que os parceiros fizeram para a relação chegar até onde chegou. Esses podem ser investimentos financeiros, como casa, contas compartilhadas, assim, como investimento em filhos e amigos.

E por último, há a qualidade das alternativas. Nesse quesito, entram potenciais novos parceiros românticos, mas também amigos e familiares. E até mesmo hobbies podem ser fontes de satisfação para além do relacionamento.

Seguindo esse modelo, tanto a satisfação, quanto os investimentos contribuem positivamente para o comprometimento. Já as alternativas o diminuem consideravelmente. Em um relacionamento ideal, as pessoas se sentiram muito satisfeitas em seus relacionamentos, investiram nele e sentiram as alternativas diminuídas, em relação ao que já têm.

Mas se as pessoas não se sentem satisfeitas, não investem na relação ou se, por um acaso, sentem que podem ser facilmente supridas essas necessidades, fora do atual relacionamento, é mais provável que se separem.

Mas na realidade, esses fatores nem sempre são fáceis de se identificar claramente, e podem ser combinados de maneiras confusas. Mas se você estiver cogitando uma possível separação, tente pensar objetivamente sobre o que é bom no seu relacionamento, o que você investiu nele e quais são as suas alternativas. Assim, pode saber melhor, se é o momento para seguir ou terminar.

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