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Afinal, o que é a hormonioterapia que muitas pessoas falam?

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Infelizmente, precisamos nos atentar para evitar diversos tipos de doenças. Estamos expostos a todo o momento e alguns desses males podem causar sérios danos. Falamos isso vivendo uma pandemia. Milhões de pessoas foram infectadas com o coronavírus. Para muitos, a contração da doença acabou sendo fatal. Com a grande quantidade de doenças espalhadas pelo mundo e novas surgindo constantemente, é fácil imaginar que a ciência trabalha sem pausas, procurando curas, seja por meio de medicamentos ou tratamentos que podem durar meses. Esses tratamentos, muitas vezes, podem ser a única saída para combater uma doença. Um grande exemplo de eficácia é a hormonioterapia.

Muitas pessoas já ouviram falar sobre hormonioterapia, inclusive você, mas não fazem ideia do que exatamente é isso. E foi pensando um pouco mais sobre o assunto que decidimos trazer essa matéria para você, caro leitor. A redação da Fatos Desconhecidos então buscou algumas informações sobre isso e trouxe para você. Confira conosco a seguir e surpreenda-se. Aproveite para compartilhar com seus amigos desde já e, sem mais delongas, vamos lá.

O que é hormonioterapia?

A hormonioterapia é basicamente uma das diversas formas utilizadas para tratar pessoas com câncer. No entanto, os tipos de câncer que têm relação com hormônios são os mais indicados para receber o tratamento, visto que esses o ajudam a crescer e se disseminar. Vários tipos dessa doença surgem em locais que são estimulados normalmente por hormônios. O câncer de próstata é um exemplo.

A hormonioterapia então começou a ser utilizada, a princípio, para combater o câncer de mama. Sua eficácia logo levou o tratamento a ser utilizado no combate a outros tipos, como o de próstata, ovário, tireoide, endométrico e alguns outros.

Como funciona?

Existem duas formas de fazer a hormonioterapia funcionar. O primeiro método é através da supressão da produção de hormônios, com o objetivo de privar as células do câncer dos hormônios necessários para o crescimento e disseminação. O segundo método é feito através do bloqueio dos receptores de hormônios nas células cancerígenas. Isso é chamado de bloqueio periférico.

Em ambos os casos, ocorre a diminuição da velocidade de multiplicação celular e morte celular programada. Esses métodos fazem com que a doença apresente certa melhora. Além do mais, o bloqueio da ação hormonal ainda pode ser obtido por meios de procedimentos cirúrgicos.

Assim como praticamente todos os tratamentos, esse também causa efeitos colaterais. Mas, diferente da quimioterapia, a hormonioterapia não agride o organismo. Os efeitos colaterais do tratamento estão diretamente ligados à falta dos hormônios ao longo do tratamento. Entre alguns dos sintomas, estão a redução da libido, alterações menstruais, ondas de calor no corpo e ganho de peso. Além desses, pode ocorrer ainda o ressecamento da pele e vagina, impotência, mudanças de humor, alteração dos níveis de colesterol sanguíneo e um risco maior de trombose.

Não dá para dizer exatamente a duração do tratamento de hormonioterapia, visto que ele é planejado de acordo com o tipo de doença. Esse pode então variar de paciente para paciente. Normalmente, o tempo de duração pode chegar até 5 anos.

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