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Algumas curiosidades sobre ”O Auto da Compadecida”

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O cinema brasileiro existe desde julho de 1896. Em suma, nesses mais de 120 anos de história, ele teve momentos de grande repercussão internacional. Ademais, quem diz que o Brasil não faz excelentes filmes, realmente não sabe o que está dizendo. Não é de hoje que o Brasil faz verdadeiras obras de arte, como por exemplo, o icônico “O Auto da Compadecida”.

As produções nacionais contam histórias com as quais várias parcelas da população podem se identificar. “O Auto da Compadecida” é uma peça teatral escrita por Ariano Suassuna. O objetivo do escritor pernambucano era elevar a linguagem popular, a literatura do cordel, bem como os autos medievais. Tudo isso de uma forma lúdica, cômica e satírica.

O texto da peça exalta os humildes, os pobres e oprimidos e satiriza os poderosos, a igreja e a polícia. Não é de se espantar que logo se adaptou a peça para que ela se tornasse um filme.

O longa foi dirigido por Guel Arraes. Ele levou o texto do papel para as telonas, além de ter traduzido, de forma fiel, a imagem da história. Como resultado,  conquistou o coração dos brasileiros. Tanto que “O Auto da Compadecida” está na lista da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) como um dos melhores filmes brasileiros.

É impossível quem já viu o filme não se lembrar dos planos mirabolantes e arriscados de João Grilo, e de Chicó e seus causos intermináveis. Mas claro que existem aqueles fatos que nem todos sabem sobre eles. Por isso, mostramos aqui algumas curiosidades sobre “O Auto da Compadecida”.

1 – Minissérie

Correio 24 horas

“O Auto da Compadecida” foi uma minissérie baseada na peça homônima de Ariano Suassuna, exibida em 1999. Ao todo, ela teve quatro capítulos. O longa foi uma adaptação dessa minissérie.

2 – Produção

Entretetizei

Por mais que fosse uma minissérie, isso não quer dizer que o tempo de produção foi curto. Cada um dos episódios levava cerca de nove dias para ser gravado. Ao todo, foram 37 dias de gravação, tanto no Rio de Janeiro como na Paraíba.

3 – Adaptação

Trip advisor

Cada obra de ficção tem seu cenário característico que, quase sempre, não existe na vida real. No caso de “O Auto da Compadecida”, a equipe de filmagem foi para a cidade de Cabeceiras, no sertão da Paraíba, e adaptaram as fachadas das casas, disfarçaram os cabos telefônicos, pintaram a igreja e até trocaram postes.

4 – Acomodação

Portal atualizei

Para uma produção como “O Auto da Compadecida” é preciso muita gente, e gravando no sertão, normalmente lugares para acomodações costumam ser um problema. Por isso que um esquema enorme foi montado para que todas as 65 pessoas da equipe pudessem se acomodar.

Para isso, alugou-se duas fazendas e todos os quartos de um hotel a 20 quilômetros do set de filmagem e 12 casas.

5 – Figurino

Extra

Um dos pontos que chamam a atenção é o figurino. O que muita gente pode não saber é que toda a indumentária de cangaceiro vestida por Severino, personagem de Marco Nanini, pesava oito quilos.

Além do figurino, o ator ainda usava látex no rosto, peruca e olho de vidro.

6 – Personagem

Extra

Mesmo se baseando em uma peça já existente, a minissérie e o longa deram um destaque maior para a personagem Rosinha, vivida pela atriz Virginia Cavendish.

7 – Trilha sonora

Diário de Pernambuco

A trilha sonora de uma produção audiovisual é muito importante e pode elevar ou decair a qualidade do produto visto. No caso de “O Auto da Compadecida”, João Falcão, que divide o roteiro com Guel Arraes e Adriana Falcão, ficou quatro dias em Recife para compor a trilha sonora original da minissérie.

Ele a compôs junto com músicos pernambucanos. As músicas foram gravadas levando em consideração as características de cada um dos personagens e as cenas em que estavam.

Fonte: Gshow

Imagens: Correio 24 horas, Entretetizei, Portal atualizei, Trip advisor, Meio norte, Extra, Diário de Pernambuco 

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