
A morte de Tony Stark em Vingadores: Ultimato carrega um peso simbólico para o universo cinematográfico da Marvel. O personagem iniciou uma saga que renderia onze anos de história e alguns bilhões de dólares.
Antes de 2008, ninguém ligava muito para quem era o Homem de Ferro, nem mesmo os leitores de quadrinhos. Sim, o personagem é antigo, e sim, existiam algumas pessoas que gostavam de suas aventuras. No entanto, ele estava longe de ser bem conhecido, muito menos admirado.
Esse gênio, playboy, milionário e filantropo serviu como um dos principais líderes para a Saga do Infinito no cinema e seu sacrifício no final será lembrado por muito tempo ainda.
Contudo, todo esse encanto e emoção passou longe dos quadrinhos. Na obra original, de fato temos a morte de Tony Stark, mas ela sequer foi sentida pelos leitores. Afinal, os tempos eram outros.
Assim como no filme, os quadrinhos de Guerra Infinita também mostra vários heróis em ação. Foram tantos que a maioria nem coube no longa. O que foi melhor, diga-se de passagem.
Outro ponto semelhante, e fundamental, foi a união dos heróis. Deixando qualquer diferença de lado, nos quadrinhos eles também precisaram se juntar para ter uma chance contra Thanos. O Titã Louco, estava com a Manopla do Infinito completa sob seu poder e brincando de deus.
Mesmo assim, tirar a fonte de poder das mãos do Titã foi uma tarefa quase impossível. Em determinado momento, Ciclope consegue desequilibrar Thanos e Tony aproveita a oportunidade para agir.
O Homem de Ferro só não contava com a interceptação de Terraxia, a contraparte feminina de Thanos criada por ele mesmo. Sendo tão forte quanto seu criador, Terraxia joga Tony no chão e, sem nenhum pudor, arranca sua cabeça.
Esse foi o fim de Tony Stark na guerra contra Thanos nos quadrinhos. Longe do real fim, com pouca importância e sem público para lamentar sua perda.
Ainda bem que o jogo virou!
Fonte: CBR
Imagens: Marvel Comics.






