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Como o estresse afeta a vida sexual?

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Tem coisas que não andam juntas: água e óleo, estrogonofe e feijão, além de bebida e direção. Aqui, adicionamos mais uma dupla, estresse e sexo. Afinal, uma pessoa estressada não consegue estar disponível ao prazer. Logo, sua vida sexual passa por sérios impasses.

Basicamente, a sexologia já tem convicção da ligação entre a mente e a libido. Logo, estar com uma boa saúde mental é fundamental para se ter satisfação sexual. Infelizmente, nem sempre isso é possível. Portanto, nesse post você vai entender como o estresse sabota os momentos quentes de um casal.

Fonte: Vittude

O estresse e o sexo

A princípio, a pessoa estressada é aquela que aciona o modo “lutar ou fugir”. Ou seja, diante de uma situação de risco, ela aciona um latente estado de alerta. Isso se dá mediante a liberação de hormônios como adrenalina, cortisol e norepinefrina.

Nessa situação, o corpo da pessoa não consegue relaxar, para que assim receba o prazer. Consequentemente, a pessoa perde o interesse em praticar o sexo. Nesse sentido, homens podem ter problemas em produzir ereções, enquanto as mulheres diminuem a lubrificação genital.

A propósito, um elemento por trás desse estresse é a ansiedade. E alguém que seja ansioso tende a ter dificuldades em várias práticas cotidianas. Exemplos dessas lacunas se expressam numa má alimentação, hipertensão e na incapacidade de viver o momento presente.

No sexo, a ansiedade faz o sujeito se preocupar demais com seu desempenho. Ironicamente, isso lhe tira a vontade de simplesmente curtir o próprio prazer. Logo, é comum que haja uma descarga de adrenalina, a qual está ligada com a rápida ejaculação.

Além disso, problemas como depressão também podem impactar nos níveis de libido da pessoa. Afinal, o sujeito apresenta um forte desânimo em iniciar uma situação sexual.

Em uma rotina de casal, o estresse na hora do coito tende a gerar uma bola de neve de mais ansiedade, o que, a médio e longo prazo, pode minar a relação. Isso porque o mau desempenho do passado volta para assombrar o cônjuge quando ele adentra em uma nova situação sexual.

Fonte: Psicólogo.com.br

Retomada do prazer

Apesar de existir remédios estimulantes, uma resolução permanente do problema passa por muita conversa e autoconhecimento. No caso das vítimas do estresse, o foco é viver uma vida com menos estados de alerta. Como resultado disso, a tendência é que o desempenho sexual do sujeito melhore.

Para isso, existe um profissional chamado sexólogo. Este, por sua vez, entende os sentimentos que sabotam a prática do sexo. Além disso, este tipo de psicólogo ajuda o paciente a expressar questões da cama, das quais tem receio de abordar. Portanto, a vergonha aqui é proibida!

Nesse sentido, há duas modalidades de terapia: a individual e a de casal. No caso da primeira, o sujeito identifica os problemas psicológicos que estão impactando na Hora H. Com isso, o paciente passa a se conhecer e perceber como questões familiares e profissionais podem interferir na entrega dele ao sexo.

Ademais, há também a terapia de casal. Agora, o foco é resolver desentendimentos conjugais por meio da mediação. Esta é feita pelo psicólogo, o qual se encarrega de minimizar as brigas. Com isso, tem-se um espaço aberto para exposição de queixas sobre a conduta do outro.

Enfim, o mundo se acelera, e juntamente com ele, as situações de estresse também se engrandecem. Portanto, é fundamental saber lidar com o estado de alerta que podemos vir a ligar. Afinal, a sexualidade é um elemento natural da existência humana. Sendo assim, qualquer disfunção precisa ser tratada.

Conforme defende a psicóloga Ana Canosa, ao portal Telavita, o sexo é parte importante da construção de uma boa relação consigo próprio. “A autoestima melhora porque o indivíduo se sente desejado pelo outro” – descreve a profissional.

Fonte: Telavita.

 

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