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Conheça Josef Mengele e seus experimentos científicos perturbadores

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A Fatos Desconhecidos já publicou algumas matérias sobre a 2ª Guerra Mundial, o Holocausto e algumas insanidades daquela época. Infelizmente são momentos que ficaram marcados na História da humanidade e não podemos fazer nada a respeito, a não ser conhecê-los e nunca esquecê-los para que jamais se repitam em momento algum.

Dessa vez vamos falar sobre alguns experimentos científicos realizados nos campos de concentração, principalmente o de Auschwitz, pelo médico Josef Mengele. Este deixou sua marca da pior forma possível, ficou conhecido como um dos homens mais cruéis da história. Foi um antropólogo e eugenista.

O eugenismo é um movimento social que se baseia nas teorias de Eugênia (termo criado por Francis Galton, em 1883, que significa bem nascido). Tem como objetivo a “melhoria” da raça humana, através da seleção de características genéticas e esterilização de deficientes mentais.

Especialidade médica

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Em maio de 1943, Josef Mengele entrou para o campo de concentração de Auschwitz, como médico pesquisador, buscava ansiosamente crescer profissionalmente, com isso se dedicou aos estudos da genética. O grande motivo para ter escolhido esse caminho foi o fato de ser a favor dos ideias de Hitler. Sendo assim, suas pesquisas buscavam a imposição e o desenvolvimento da raça ariana, que era considera a “raça pura”, únicaaceita pelos nazistas.

De acordo com as teorias de Mengele, a ciência tentava garantir que, se as mulheres arianas pudessem ter gêmeos loiros de olhos azuis, o mundo poderia ser salvo e repopulado com a raça desejada. Para ele, geneticamente falando, os gêmeos eram considerados um mistério.

O campo de concentração foi para ele como um parque de diversões, no qual ele pôde se dedicar aos experimentos científicos. Um laboratório a céu aberto, cheio de ratinhos humanos, prontos para serem sacrificados, principalmente na área de estudos sobre gêmeos, pela grande quantidade de pares de irmãos disponíveis.

A forma com que Mengele recrutava suas cobaias era muito sistemática. A partir do momento em que os gêmeos eram selecionados podiam ficar com suas roupas originais e cabelo. Logo depois eram tatuados com um número que se seguia em uma sequência especial e ficavam em um tipo de cabine específica para eles.

As práticas laboratoriais

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Suas práticas laboratoriais eram extremamente cruéis, ele colocava os gêmeos para fazerem transfusões de sangue, na maioria das vezes eram retiradas grandes quantidades de sangue dos dois braços ao mesmo tempo, e não apenas, ele fazia constantes transfusões de sangue entre os gêmeos. Fazendo com que os que mais sofressem fossem as crianças, por terem braços menores levavam várias agulhadas no pescoço.

As mesmas eram obrigadas a ficarem deitadas uma ao lado da outra, cada um com seu gêmeo respectivo, para que o médico pudesse medir e analisar cuidadosamente sua anatomia, esses estudos, por vezes, demoravam horas e mais horas, nas quais ele tentava observar cada semelhança e diferente entre os irmãos.

Suas curiosidades não tinham limites, a insanidade da pessoa alcançava os mais altos níveis, na tentativa de criar a raça perfeita, através de experimentos, nos quais utilizava substâncias químicas que injetava nos olhos dos “pacientes”, tentou “fabricar” olhos azuis, o que resultou em infecções e cegueira.

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Além disso, algumas doenças como TifoTuberculose foram injetadas em um gêmeo e não no outro. Assim, quando o irmão doente morria, o outro era assassinado para que os efeitos da doença fossem comparados. Para os assassinatos eram utilizadas injeções de clorofórmio direto no coração, para o que o mesmo paralisasse.

E não suficiente, os piores experimentos foram as cirurgias, que eram realizadas sem a aplicação de anestesia. As cobaias sofriam remoção de órgãos, castração e amputações. Grande parte dessas pessoas morriam, ou na mesa de cirurgia ou por infecções, hemorragias, etc.

Pois é pessoal, para quem ainda não conhecia, mais uma figura história para entrar na listinha dos “detestáveis desnecessários” da humanidade. Esperamos que esse tipo de atitude tenha servido de lição para os dias atuais e que esse tipo de prática não volte a acontecer.

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