A pandemia de coronavírus já se tornou uma emergência de saúde pública global, com novos casos da doença a cada dia. O COVID-19 surgiu em Wuhan, na China. E por causa de sua intensidade e capacidade de matar as pessoas, o mundo todo está passando por uma situação bastante delicada. E todos estão em estado de alerta.

Desde que o vírus foi identificado ele tem gerado várias dúvidas e receios nas pessoas. Por causa disso, os órgãos oficiais indicaram as medidas que são necessárias, para tentar diminuir a disseminação do vírus.

Enquanto uma vacina para a doença ainda não fica pronta, a principal preocupação agora e evitar o contagio da doença. Até então, a principal forma de contagio era por vias respiratórias e contato com pessoas infectadas. E o que sabíamos era que a doença afetava apenas pessoas.

Mas a notícia de que uma tigresa, em Nova York, tinha sido testado positivo para o novo coronavírus acendeu um sinal de alerta para todos. Agora, outro caso nos coloca mais em alerta. E ele também aconteceu em Nova York, a cidade que está sendo o epicentro do surto de COVID-19 nos EUA.

Caso

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O ocorrido foi que dois gatos foram os primeiros animais de estimação que testaram positivo para o COVID-19. Autoridades federais anunciaram o resultado dos teses na quarta-feira da semana passada. Os gatos apresentavam ter doenças respiratórias leves.

De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA e os Centros federais de controle e prevenção de doenças (CDC), provavelmente os animais foram infectados por seus donos ou pessoas da vizinhança. E é esperado que os animais se recuperem totalmente da doença.

O primeiro  gato ficou doente e teve sintomas leves como tosse e coriza aproximadamente uma semana depois do seu dono ter uma doença leve. Mas não é possível confirmar de o dono do gato estava ou não infectado com o novo coronavírus. E também existe a possibilidade de que o gato tenha pego a doença na rua.

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O dono do segundo gato foi confirmado com COVID-19 antes do seu animal ficar doente. Mas um outro gato desse mesmo dono não apresentou nenhum sintoma de doença.

O CDC pediu para as pessoas não entrarem em pânico com as notícias e que não tenham pressa de testar os seus animais de estimação.“Não queremos que as pessoas entrem em pânico. Não queremos que as pessoas tenham medo de animais de estimação ”, disse Casey Barton Behravesh, funcionário do CDC que trabalha em conexões de saúde humano-animal.

"Não há evidências de que os animais de estimação estejam desempenhando um papel na disseminação desta doença para as pessoas", ressaltou.

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Transmissão

De acordo com o consultor médico principal da Casa Branca, Anthony Fauci, não existe nenhum indício que indique que o vírus pode passar de um animal de estimação para seu dono. Mesmo assim, o CDC recomenda que, sempre que possível, que as pessoas não interajam com outros animais de estimação na rua. E também que tentem impedir que seus animais tenham também essa interação.

O número de animais confirmados com o novo coronavírus continua baixo, em todo mundo. E as autoridades dos EUA enfatizam que, por mais que pareça que os animais podem pegar o vírus dos humanos, não tem nada confirmando que os humanos possam pegar dos animais.

Publicado em: 27/04/20 14h40