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É por isso que Júpiter é um dos planetas mais estranhos do sistema solar

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Nosso sistema solar é formado pelo sol e mais 1.700 corpos celestes menores, entre cometas, asteroides e os planetas com seus satélites. Em suma, ele fica em um dos espaços da Via-Láctea, sendo formado pela estrela solar e por tantos outros corpos celestes ao seu redor. Destes, podemos citar a lua, asteroides, planetas e seus satélites junto de tudo aquilo que estiver presente no espaço sideral.

O nosso universo é uma imensa caixa de surpresas. Em suma, cientistas do mundo inteiro dedicam suas vidas para descobrirem coisas novas, principalmente sobre os planetas vizinhos. Por uma série de motivos, Júpiter está quase sempre na mira das pesquisas. Esse é o maior planeta de todo o nosso sistema solar, tanto em diâmetro quanto em massa. Além disso, é o quinto mais próximo da nossa estrela principal, o sol.

E existe um motivo para os astrônomos serem tão fascinados com Júpiter. Ele é o mais antigo dos planetas, e o quinto planeta do nosso sistema solar. Além  de ter uma massa 2,5 vezes maior que a de todos os outros planetas juntos. Sendo o maior dos quatro gigantes gasosos do sistema solar.

Aproximadamente 90% dos átomos de Júpiter são hidrogênio, e os 10% restantes são compostos de hélio e uma fração pequena de oligoelementos que fazem parte de moléculas como água e amônia.

Massivo

Por ser o planeta mais massivo do sistema solar, toda sua massa 2,5 vezes maior que a de todos os outros planetas juntos é comprimida em uma esfera com pouco mais de 140 mil quilômetros de diâmetro. Isso dá à Júpiter uma atração gravitacional enorme que, provavelmente, moldou a órbita do nosso planeta e dos outros ao redor.

Júpiter leva 12 anos terrestres para completar sua órbita. Contudo, sua atmosfera gira a uma incrível taxa completando, em média um “dia” em menos de 10 horas dependendo da sua latitude.

Não tem superfície

Em Júpiter não existe uma distinção nítida entre os gases que fazem parte da atmosfera e o seu núcleo denso de hidrogênio líquido. Convenientemente, os astrônomos usam o ponto onde a pressão passa de um bar, ou uma atmosfera de pressão ao nível do mar na Terra como uma maneira de conseguir demarcar onde termina a atmosfera e onde começa o núcleo do planeta.

Abaixo desse ponto, a matéria se compacta lentamente em estados estranhos. Acima dele, existem as camadas de nuvens vermelhas e brancas contendo amônia, hidrossulfeto de amônio e água que sobem em zonas de aquecimento e caem em faixas de resfriamento.

E uma dessas tempestades se chama Grande Mancha Vermelha. Ela está rodando em Júpiter há quase dois séculos ou mais. Mesmo que ela seja grande o suficiente para engolir três Terras e ainda sobrar espaço, nos últimos anos a sua circunferência tem encolhido.

Emite mais energia que recebe

Como Júpiter está cinco vezes a distância que a Terra está do sol, ele recebe somente uma porcentagem pequena de luz solar. Por conta disso, grande parte da sua energia vem de dentro, conforme a gravidade puxa seus gases para um estado líquido denso de até 100 milhões de atmosferas no núcleo.

Tudo isso quer dizer que Júpiter emite aproximadamente 1,6 vezes a energia que recebe do sol. E ele transforma sua atmosfera espessa em sistemas climáticos intensos conforme sobe.

Auroras 24 horas por dia

Os polos desse planeta gasoso tem auroras permanentemente. No entanto, elas não podem ser vistas a olho nu porque brilham em comprimentos de onda invisíveis. De acordo com dados da sonda Júpiter Juno e do observatório espacial de raios X XMM-Newton, foi mostrado que as auroras de Júpiter são causadas por vibrações ao longo das linhas do campo magnético do planeta. Isso acaba gerando ondas de plasma.

O processo em si se parece com o que gera as auroras na Terra.

Fonte: https://www.sciencealert.com/the-weirdest-facts-about-jupiter

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