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Esta família começou a usar capacetes dentro de casa por um motivo emocionante

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Shayna and Gary Gutierrez from San Antonio, Texas (Shayna is my cousin, full disclosure) got a bit of a surprise when they found out their 4-month-old son, Jonas, had been diagnosed with plagiocephaly Ñ a severe type of flat head syndrome Ñ and subsequently had to wear a helmet. Courtesy Shayna Gutierrez

Todo mundo sabe que quando um bebê nasce a sua cabeça é molinha e requer todo tipo de cuidado devido a sensibilidade do crânio ainda em formação. Justamente por isso, é normal que muitas crianças nasçam com uma certo tipo de “deformidade” na região da cabeça, e na maioria das vezes essa condição é corrigida sozinha, com o passar do tempo. Mas pode acontecer também do bebê adquirir um problema conhecido pela medicina como Plagiocefalia.

Ela pode ser causada por movimentos viciados, quando o bebê se acostuma a apoiar a cabeça apenas para um lado. Ou ainda dentro do útero, quando ele também se adapta em uma certa posição intrauterina.

As primeiras medidas que os pais devem tomar é vigiar a posição da criança e corrigir o movimento a fim de que a cabeça não se habitue somente a um lado. Quando a situação não pode ser resolvida dessa maneira, o tratamento com um capacete especial para bebês tem se mostrado eficaz para reverter o problema, segundo estudo publicado pelo jornal de pediatria, “Pediatrics Journal“.

Esse tratamento é conhecido como órtese, e consiste na imobilização de algum membro. Ela é recomendada para bebês entre quatro até doze meses de idade. E a duração do tratamento dura de três a cinco meses.

Sasha Gutierrez é mãe de um bebe de quatro meses que ficou famoso na internet. O pediatra da família percebeu que a criança tinha desenvolvido plagiocefalia, também conhecida como “síndrome da cabeça chata”.

O tratamento para corrigir o problema consiste em usar capacetes. E a mãe ficou preocupada, pois não sabia como a família e as pessoas de fora iriam reagir à situação inusitada. Afinal, não é comum ver um bebê com um mini-capacete.

Quando a criança voltou para casa, sua irmã mais velha, Camilla, de apenas 3 aninhos, apontou para o objeto estranho na cabeça do irmão e perguntou, o “que é isso?”

A mãe explicou para Camila do que se tratava tudo aquilo. Mas para surpresa de todos, ao invés de Camilla ignorar a situação, ela disse aos pais que também queria usar um capacete, para que seu irmão não se sentisse “diferente” do resto da família.

Logo, toda a família aderiu à ideia da garotinha. E começaram a tirar fotos de si mesmos, todos usando capacete. A solidariedade se tornou viral.

“Eu não estou surpreso mesmo,” disse Gutierrez ao canal televiso CBS News. “Eu acho fofo. Isso me fez parar e perceber  a grande qualidade em ver algo diferente e dizer ‘Ei, eu vou ficar do seu lado'”.

Um primo da família postou uma foto das crianças e do pai, Gary Gutierrez, no Twitter. A reação foi imediatava e recebeu mais de 27.000 retweets. Muitos responderam com fotos de seus próprios bebês também trajando mini-capacetes.

Mesmo que o bebê-Jonas não consiga compreender completamente o gesto, a sintonia da família encantou a todos.

“A verdade é que estávamos apenas sendo nós mesmos em um Sábado normal em casa, e apenas cedemos aos pedidos de uma criança de três anos que nos pediu para usar capacetes.”

Graças à Camilla, uma criança, todos estão falando e aprendendo mais sobre a plagiocefalia.

“Ela tem mostrado às pessoas sobre aceitação e compaixão” explica o pai. “Eu gosto da ideia dela expondo a outras crianças que está tudo bem ser diferente”.

E você, o que achou dessa história? Não esqueça de deixar o seu comentário sobre a atitude emocionante da família.

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