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Inspirados em Black Mirror? Cientistas querem criar abelhas robôs para explorar Marte

POR Mateus Graff    EM Ciência e Tecnologia      06/04/18 às 17h12

Não é de hoje que o homem está tentando de todo modo explorar cada vez mais o planeta Marte. Já enviaram sondas e robôs. Sendo o quarto planeta do Sistema Solar, Marte tem quase a metade do tamanho da Terra. Mesmo assim, o planeta desértico tem a mesma quantidade de superfície terrestre, já que cerca de dois terços do nosso planeta é coberto por água.

Mas e se a gente enviasse robôs voadores para o planeta vermelho? Isso vai depender de uma equipe de pesquisadores da Universidade de Huntsville, no estado norte-americano do Alabama. Com cerca de 100 milhões de quilômetros quadrados, fica difícil explorar Marte com uma sonda, já que ela anda a uma velocidade de 0,14 km/h. Mas tais pesquisadores parecem ter encontrado outra solução para percorrer mais rapidamente o planeta vermelho. A gente conta essa história para vocês com mais detalhes.

Robôs voadores

E por que não fazer esse trabalho com abelhas-robôs? Estudando melhores formas de voar na rarefeita atmosfera marciana, cientistas macharam nos insetos uma ideia para desenvolver um mecanismo que tivesse uma aerodinâmica para favorecer o baixo consumo de energia.

Depois de fazer alguns testes em modelos que simulam as condições marcianas, os cientistas chegaram a projeto de um robô do tamanho de uma abelha, mas com asas de cigarra.

Os cientistas pretendem, em uma missão, colocar diversos desses robôs equipados com sensores e um dispositivo de comunicação sem fio dentro de uma sonda. Caso isso aconteça com sucesso, os robôs poderiam sair para explorar Marte e depois retornar para recarregar as baterias. O projeto foi chamado de Marsbess, que em português significa 'Abelhas de Marte'.

Além de aumentar a eficiência da exploração, seria mais resiliente as falhas individuais no sistema. Por exemplo, quando um desses robôs quebrarem ou tiverem algum problema técnico, a missão vai continuar, só que sem tal abelha.

O problema é que ainda não desenvolveram o robô. Mas a boa notícia é que vão contar com ajuda de engenheiros japoneses para dar esse passo. Os cientistas vão modelar, analisar e otimizar numericamente as informações sobre as condições atmosféricas do planeta vermelho. Os engenheiros irão executar a ideia, desenvolvendo e testando a abelha.

Mas e você, acredita que os cientistas terão sucesso com esse projeto? Comentem aqui embaixo.

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Mateus Graff
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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