
Na noite de 14 de abril de 1912, o navio Titanic colidiu com um iceberg gigante. Por conta dessa colisão, o casco do navio ficou danificado e toda a embarcação afundou no largo da costa de Newfoundland, no Canadá. O acidente aconteceu na viagem de estreia desse navio chamado de “inafundável”.
Desde então, esse naufrágio faz parte da cultura mundial e o interesse pela embarcação em si, e por tudo que a circunda, ainda, é bem presente na sociedade. Nesse ano, serão 113 anos desde que o famoso navio colidiu com o iceberg no Atlântico e, desde então, são feitas produções sobre o acidente.
Tanto que, para produzir um documentário, especialistas de uma empresa de mapeamento marítimo capturaram imagens do Titanic no fundo do mar, por outros ângulos, e com isso puderam confirmar teorias sobre os últimos momentos da embarcação.

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As novas imagens 3D mostraram detalhes a respeito da destruição do navio que transportava cerca de 2.200 passageiros. De acordo com Simon Benson, arquiteto naval da Universidade de Newcastle, as perfurações vistas no casco do Titanic tinham um tamanho aproximado ao de folhas de A4 e foram responsáveis pela destruição rápida. Tanto que, o navio afundou, aproximadamente, em duas horas e quarenta minutos após colidir com o iceberg.
“Esses pequenos buracos estão distribuídos ao longo do navio. Assim, a água entrou devagar, mas de forma constante, por todos esses buracos, até que os compartimentos se encheram por completo e o Titanic afundou”, disse ele.

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Conforme o especialista Parks Stephenson, a equipe do navio continuou trabalhando na alimentação das caldeiras para manter a energia do Titanic. Nas novas imagens é possível ver que algumas delas estão afundadas para dentro, sugerindo que, na hora do naufrágio, elas ainda estavam funcionando.

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Outra descoberta pelas imagens é com relação à válvula encontrada aberta entre os destroços. Ela mostra que o vapor, também, estava funcionando para gerar eletricidade nos últimos momentos da embarcação. “Eles contiveram o caos pelo maior tempo possível e tudo isso foi simbolizado por essa válvula de vapor aberta”, disse Stephenson.
Os destroços do Titanic estão, aproximadamente, a 648.200 metros da costa de Newfoundland, no Canadá, e em constante deterioração. Tanto que, em 40 anos, os destroços podem desaparecer por completo.
Fonte: R7
Imagens: BBC






