É claro que todos nós sabemos o que é a Lua e o Sol quando olhamos para o céu, certo? Uma das primeiras coisas que vemos brilhando no céu quando a noite cai não é realmente uma estrela, o planeta Vênus, que está à nossa frente em relação ao Sol, é um dos mais brilhantes na abóbada celeste. Outro planeta que pode ser facilmente identificado a olho nu é Marte, com seu característico brilho avermelhado.

Podemos ver alguns planetas brilhando como estrelas à noite porque eles estão sendo iluminados pelo Sol. Se o nosso astro-rei apagasse de repente, não veríamos mais nossos "irmãos" de Sistema Solar. As cores que os planeta refletem têm a ver com o tipo de material de que são feitos. Vênus, por exemplo, é totalmente coberto por uma espessa atmosfera formada por nuvens. É por isso que tem um brilho branco, e não um brilho da cor do planeta. Ele ainda parece ser o mais brilhante dos planetas pelo fato de estar perto da Terra.

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Júpiter e Saturno também são planetas visíveis a olho nu. Mas para conseguirmos enxergá-los, é preciso que o céu esteja sem nuvens, e o local de observação precisa estar livre da poluição luminosa. Nem sempre é possível ver todos os quatro numa mesma noite: dependendo da posição deles no espaço, eles podem se situar no campo de visão da Terra quando ainda é dia, e na luz do Sol, é impossível enxergar os planetas e estrelas distantes.

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Bom, os planetas e estrelas brilham, certo!? Mas como podemos diferenciar a diferença entre planetas e estrelas no céu? Os planetas ficam muito mais perto da Terra do que as estrelas, por isso, eles vivem mudando de posição. Já as estrelas que ficam distantes, e por causa disso, é mais difícil perceber que elas também estão se movendo. As estrelas ficam tão longe da Terra que as luzes emitidas por elas chegam como pontos luminosos que "piscam".

O cintilar das estrelas é causado pela interferência da atmosfera terrestre na percepção das luzes que vêm do espaço. Já os planetas estão mais perto e cintilam menos, porque a luz refletida por eles não estão tão longe, e ela não sofre tanta alteração quando passa pela nossa atmosfera turbulenta.

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A estrela mais brilhante do céu é o Sol, e todos vocês já sabem disso. Mas depois do Sol, a estrela mais brilhante se chama Sirius. Podemos observá-la na constelação do Cão Maior. Sirius, na verdade, é um sistema binário de estrelas construído pela estrela Sirius A (a estrela maior) e Sirius B, uma estrela anã branca que só é possível ser observada com recursos a grandes telescópios.

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Canopus é a segunda estrela mais brilhante do céu noturno. Situa-se na constelação de Carina. A sua magnitude aparente é de - 0,72 e está cerca de 310 anos-luz de distância de nós. Alfa Centauri é a terceira estrela mais brilhante do céu, e está situada na constelação de Centauro. Essa estrela na verdade trata-se de um sistema de 3 estrelas ligadas gravitacionalmente. A estrela Alfa Centauri A e Alfa Centauri B estão relativamente próximas uma da outra. A outra estrela desse sistema se chama Próxima Centauri, e está mais afastada das outras duas, sendo a estrela mais próxima de nós.

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A estrela Arcturus é a estrela que pode ser observada na constelação do Boieiro, e apresenta uma magnitude aparente de - 0,04. Esta estrela situa-se a 37 anos-luz da Terra. A estrela Vega pode ser observada na constelação de Lira. Essa estrela possui uma magnitude aparente de + 0,03 e está a cerca de 25 anos-luz do nosso planeta.

E aí amigos, já sabiam quais eram as coisas que mais brilham no céu? Comentem!

Publicado em: 03/08/16 21h45