Localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o Parque Estadual da Pedra Branca é considerado a maior floresta urbana contínua do mundo, reunindo biodiversidade, nascentes e funções ambientais essenciais em plena área metropolitana.
Localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o Parque Estadual da Pedra Branca é considerado a maior floresta urbana contínua do mundo, reunindo biodiversidade, nascentes e funções ambientais essenciais em plena área metropolitana.
Uma recuperação ecológica no sul da Argentina está mudando completamente a rotina dos pumas: com o retorno desses felinos à costa da Patagônia, pinguins-de-Magalhães se tornaram parte da nova dieta. Mas a história vai muito além disso, ela revela como natureza e conservação podem criar interações surpreendentes entre espécies.
Levantamento da ONG Sea Shepherd Brasil em parceria com a USP identificou a Praia do Pântano do Sul como a mais contaminada por microplásticos no país, acendendo alerta ambiental em um dos destinos turísticos mais procurados do verão.
Um estudo revelou que espécies costeiras estão vivendo e se reproduzindo sobre resíduos plásticos acumulados no Pacífico Norte, indicando o surgimento de um ecossistema inesperado no mar aberto.
Pesquisas da UFPA confirmam a existência do Sistema Aquífero Grande Amazônia, que supera o Aquífero Guarani em volume e área, reforçando a importância estratégica da Amazônia para o abastecimento hídrico global.
Pesquisadores identificaram entre 20 e 40 milhões de toneladas de lítio na caldeira McDermitt, entre Nevada e Oregon, configurando o maior depósito conhecido do metal e elevando a região a um dos principais polos estratégicos da transição energética global.
Nem todos os golfinhos têm a mesma sorte. Pesquisadores descobriram que uma população específica está vivendo até 7 anos a menos que seus parentes de outras partes do mundo, e o motivo, claro, tem tudo a ver com os humanos.
Um novo relatório revelou que o mar ao redor da Nova Zelândia está esquentando 34% mais rápido que a média mundial. As consequências já ameaçam casas, pinguins e até o equilíbrio dos oceanos. Mas o que está acontecendo com o “país dos hobbits”?
Um novo estudo levantou a hipótese de que o encalhamento de golfinhos e baleias pode estar ligado a algo parecido com o Alzheimer humano. E o mais assustador? A causa pode estar na água.
Tudo começou com apenas 24 coelhos levados por um fazendeiro inglês no século 19. Hoje, mais de 160 anos depois, a Austrália ainda luta contra uma infestação que desafia cientistas, governos e moradores. E não é exagero: em 2025, a situação voltou a piorar.
Um esquilo está deixando moradores de San Rafael, na Califórnia, em pânico. O animal já atacou ao menos cinco pessoas e cartazes de alerta foram espalhados pela cidade. Especialistas acreditam que o hábito de alimentar animais silvestres pode ter provocado o comportamento.
Um relatório revelou que a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa desde 1985. O desmatamento equivale ao tamanho da Espanha e coloca a floresta perto do ponto de não retorno.
Presentes em todos os cantos do planeta, os microplásticos agora mostram outro risco: eles podem interferir no ritmo circadiano, que regula o sono e diversas funções vitais do corpo.
Um estudo analisou mais de um século de literatura e descobriu algo alarmante: termos ligados à natureza estão desaparecendo. A perda de vocabulário reflete nossa crescente desconexão com o mundo natural.
Considerada uma das aves mais raras do Brasil, pela primeira vez no mundo, um filhote de rolinha-do-planalto nasceu sob cuidados humanos. O fato aconteceu no Parque das Aves, em Foz






