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O Tribunal Superior Eleitoral confirmou que eleitores não podem votar usando óculos inteligentes, como os modelos Ray-Ban Meta. A decisão surge em meio ao avanço de dispositivos com câmera e conexão à internet. Por isso, a Justiça Eleitoral decidiu agir de forma preventiva.
Óculos inteligentes permitem gravar vídeos, capturar imagens e até transmitir conteúdo em tempo real. Dessa forma, o uso desses dispositivos dentro da cabine pode colocar em risco o sigilo do voto. Além disso, qualquer registro visual da urna ou da tela pode comprometer a integridade do processo.
Por esse motivo, o TSE reforçou que equipamentos com capacidade de gravação não devem entrar na cabine de votação. Assim, a medida busca evitar dúvidas, suspeitas ou tentativas de manipulação.
À medida que novas tecnologias chegam ao mercado, autoridades precisam adaptar as regras. Por um lado, os óculos inteligentes oferecem inovação e praticidade. Por outro, eles criam novos desafios quando entram em ambientes sensíveis, como o momento do voto.
Portanto, o tribunal optou por priorizar a segurança. Em vez de lidar com possíveis irregularidades depois, o TSE prefere impedir o uso antecipadamente.
Ao chegar à seção eleitoral, o eleitor deve retirar qualquer acessório com câmera ou conectividade ativa. Isso inclui óculos inteligentes, dispositivos vestíveis e outros aparelhos semelhantes. Dessa maneira, ele evita constrangimentos e garante que o processo ocorra sem interrupções.
Em resumo, a regra não mira uma marca específica, mas sim a função tecnológica do dispositivo. Assim, o foco permanece na proteção do voto e na confiança do sistema eleitoral.
Fonte: TecMundo






