Tumba egípcia de 2.500 anos é aberta e encerra uma longa discussão

A arqueologia é a ciência responsável por estudar culturas e civilizações do passado. É através das descobertas arqueológicas que vestígios de antigas sociedades e culturas são descobertos. Contudo, algumas delas trazem mais dúvidas, como no caso dessa tumba egípcia.

A descoberta foi feita durante as escavações feitas na cidade egípcia antiga de Damieta e põe um ponto final em uma discussão que já durava décadas. De acordo com os pesquisadores do Ministério das Antiguidades do Egito, o lugar foi um centro de comércio exterior importante durante diferentes períodos históricos.

Nessas escavações os arqueólogos encontraram 63 tumbas cheias de tesouros arqueológicos. Dentre eles, folhas de ouro. Ainda conforme os pesquisadores, os tesouros datam da 26ª dinastia do Período Tardio, que governou o Egito Antigo entre 654 e 525 a.C.

Artefatos da tumba esclarecendo dúvida

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De acordo com o Ministério das Antiguidades do Egito, as folhas de ouro foram descobertas em uma tumba usada para sepultar pessoas que tinham um nível social bem alto na época. Os artefatos descobertos representavam símbolos religiosos e divindades do Egito.

Além disso, eles também encontraram amuletos funerários feitos com uma precisão impressionante. Tudo isso é uma comprovação que os egípcios antigos tinham uma grande habilidade artesanal. Outro ponto destacado pelos arqueólogos foi a diversidade e beleza dos materiais que foram usados para que esses artefatos fossem fabricados.

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Dentre as coisas encontradas nas tumbas estavam  estatuetas, peças de cerâmica e um vaso com 38 moedas de bronze do período ptolemaico. Eles também encontraram várias cerâmicas importadas e locais, o que é um verdadeiro exemplo das trocas comerciais que aconteciam entre Damieta e as cidades costeiras do Mar Mediterrâneo.

Fonte: Olhar digital

Imagens: Olhar digital

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