
O grande Vinicius de Moraes disse certa vez: “Me desculpem as feias, mas beleza é fundamental”. Uma grande verdade universal. Mas o que é exatamente a beleza? Quando podemos considerar bela alguma coisa? Algo que é ‘lindo’ para uma pessoa, pode ser ‘feio’ para outra e vice-versa. E aí está formado o dilema.
Os padrões de beleza do ser humano variam muito de culturas, épocas e etnias. Uma mulher que, aqui no Brasil, é considerada uma “top model” de tão linda, no continente africano ou asiático pode ser considerada feia, ou estranha. Nosso conceito de beleza está sujeito à mudanças (que não são poucas), e o que é belo hoje, amanhã pode não ser.
E o Ultra Curioso vai te provar o porquê. Veja como eram os padrões de beleza do séculos passado, e descubra o quanto a imagem de beleza das pessoas pode mudar drasticamente.
A cintura mega fina mandava nessa época!
Corpos sem curvas (enfatizados pelos vestidos retos) eram os mais admirados.
As curvas começam a surgir, auxiliadas pelas roupas da moda.
O modelo de corpo mais “fofinho” fica em alta.
As curvas suaves femininas vem com tudo nessa década.
Década de ’60, anos de revolução: o aspecto de boneca e olhar doce e meio infantil era o ideal de beleza.
Na década de ’70, o corpo magro e atlético era o mais desejado pelas mulheres.
No ano de 1980, para a mulher ser considerada bonita ela deveria estar malhada e tonificada.
O que mandava na década de ’90 era o corpo esguio e o bumbum avantajado.
O padrão de beleza das mulheres atual é o famoso “ão”: pernão, popozão, peitão, corpão. E claro, a cinturINHA.






