10 alimentos que usam animais vivos como ingrediente

POR A redação    EM Natureza      20/07/15 às 15h48

A culinária de diversos países pode ser bastante exótica e bizarra. Os métodos de culinária variam de região para região, não só os ingredientes, como também as técnicas culinárias e os próprios utensílios. A cozinha muitas vezes reflete outros aspectos da cultura, tais como a religião - a carne de vaca é tabu entre os hindus, enquanto a de porco é proibida entre os muçulmanos e judeus - ou determinadas posições políticas, como o vegetarianismo em que não são consumidos alimentos provenientes de animais ou oriundo de animais como leite e ovos para esse efeito.

O desenvolvimento industrial teve igualmente um grande impacto na forma como as pessoas se alimentam. Por exemplo, a maior incidência de pessoas trabalharem longe de casa ou terem mais horas de trabalho levou ao surgimento do fast food; por outro lado, a consciência da segurança alimentar e da qualidade dos alimentos levou à criação de regras, por vezes na forma de leis, sobre a forma como os alimentos devem ser vendidos.

Os tipos de ingredientes usados na alimentação humana dependem da sua disponibilidade local. Entretanto, os ingredientes abaixo são bastante assustadores, de certa forma. Confira 10 receitas em que são usados animais vivos:

Casu Marzu

10

É uma iguaria que consiste em nada menos que um pedaço de queijo exclusivamente feito e consumido na Sardinia, onde é considerado ilegal. E por que um país baniria um costume culinário cultural do único local onde ele é celebrado?

Porque esse queijo, em decomposição, fica cheio de larvas, que inclusive pulam e podem entrar nas narinas e olhos de quem o comer. Fora isso, as larvas podem eclodir no intestino e causar fortes dores e infestação, o que explica o banimento da "iguaria" da Sardinia.

Sannakji

1

Esse prato coreano usa pequenos polvos, que são servidos ainda vivos - no caso do tentáculo da foto, acabou de ser cortado, o que às vezes é feito inclusive em frente aos clientes, ou pelos próprios.

Sashimi de sapo

2

Esse perturbador prato japonês consiste basicamente em pernas de sapo sem pele, servidas com gelo. As entranhas, a cabeça inteira e o coração (ainda batendo) são alguns dos adicionais para se caracterizar o prato como "bem feito".

Ikizukuri

3

O termo significa "preparado vivo", e é usado pois o peixe é cortado depois que o consumidor o escolhe de um tanque, ainda vivo, que é "limpo" e cortado sem morrer. Ou seja, esse peixe do prato ainda estaria se movendo, com o coração batendo a boca buscando ar enquanto você o comesse.

Tacos Chumile e Jumile

4

Insetos que fedem e geralmente são comidos vivos, e são ricos em Iodo. São comidos por mexicanos da região de Taxco, e podem fugir do prato se você não ficar esperto.

Salada Noma

5

O Noma é um restaurante dinamarquês que está cotado entre os 50 melhores do mundo, e se inspirou fortemente na prática de comer formigas, que podem custar até U$ 300 num prato como esse que você vê na foto. Os insetos são congelados para que se movam devagar, e supostamente são crocantes e com gosto cítrico-adocicado.

Odori Ebi

6

Com filhotes de camarão embebidos em sake, corpos são servidos com ou sem cabeça enquanto as patas ainda se movem, criando provavelmente a sensação de que você está mastigando uma aranha gigante e crocante. Viva.

Ostras e ouriços

7

Apesar de não se moverem, estão bem vivos, e geralmente morrem com o limão e sal que é jogado neles. Na Itália, existe o costume de pegar e comer ostras diretamente do mar, o que é bom, já que são melhores quando frescas. E bota fresco nisso.

Camarão bêbado

8

Nesse prato chinês, em torno de dez camarões grandes são servidos numa travessa com Baiju, uma bebida que tem entre 40 e 60% de teor alcoólico. Apesar disso, os bichos ficam apenas lerdos, e não mortos, e o cliente tem que pegá-los se movimentando pelo prato, e podem continuar tentando fugir até depois de ingeridos.

Peixe Ying Yang

9

Baseado no conceito filosófico da complementação e equilíbrio harmônico entre as forças da natureza (Ying-Yang), o peixe é frito no corpo, mas não na cabeça. Cozinhado de maneira habilidosa e cruel, suas entranhas não são danificadas e a cabeça e olhos continuam se movendo enquanto ele vira alimento.

A redação
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL

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