
Tá aí algo que é indiscutível! O poderio dos fast-foods no que se diz respeito à alcance e faturamento. Você comendo ou não, você gostando ou não, você achando saudável a saladinha do McDonalds ou não, é inegável que eles são uma representatividade quase que imensurável no que se diz respeito ao cenário ocidental.
Influenciam hábitos alimentares, costumes de diversos países, e é até mesmo associado à grandes fatores de movimentação da economia. Ou você acha que os Estados Unidos, economicamente falando, seriam os mesmos se no século passado o McDonalds e a Coca Cola não existissem por lá?
Sob esse aspecto, vamos mostrar algumas curiosidades à respeito desse tipo de refeição, que gera controvérsias no mundo tudo, sendo idolatrado por uns e demonizado por outros.
Vamos lá? Se ligue ai e confira:
Diretamente da Dinastia Han, na China, para o mundo todo. Estamos falando de 200 anos Antes de Cristo.
Na época medieval, as comidas de ingestão rápidas, eram totalmente banalizadas, sendo comercializadas vísceras e miúdos estragados de restos de animais.
Estamos falando do século XVII nos Estados Unidos, aqui no Brasil nas zonas litorâneas, é possível facilmente visualizarmos ostras sendo comercializadas em pratos de degustação rápida.
Após chegar de uma viagem à Paris, Thomas Jefferson exigiu que lhe servissem na Casa Branca, “Fritas Servidas à Francesa”.
Eles foram precursores na quebra de concepções negativas mundiais, à respeito do uso da carne-moída.
Após 1948, os donos e fundadores do MCDonalds, Richard e Maurice, conseguiam implantar a produção em escala e com gestão de tempo dos seus hambúrgueres e shakes.
O ato de servir lanchinhos menores às crianças e colocar brindes no formato de brinquedos, visando atingir o púbico mirim, foi ideia da dona de uma das franquias do MCDonalds na Guatemala, no ano de 1979, chamada Yolanda de Cofiño.
Algo em torno de 61% de alcance global, no que se diz respeito à quantidade de países.
Trazendo isso para o presente, onde as redes já alcançam a bagatela de US$ 200 bilhões de dólares a cada ano, o aumento foi de cerca de 3300%.
E assim se iniciou o “drive-in” em 1921.
Deu até uma fome agora!






