3 sinais nos pés que podem ser alerta de diabetes e você não deve ignorar

O diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente, ou então pela má absorção, de insulina. Por sua vez, a insulina é o hormônio que regula a glicose no sangue. É ela também que garante energia para o organismo. O diabetes pode causar o aumento de glicemia, e se as taxas forem muito altas, podem gerar complicações no coração, artérias, olhos, rins e nervos. Em casos mais graves, pode levar até à morte.

Infelizmente, essa doença não tem cura e afeta várias pessoas no mundo todo. Para se ter uma ideia, o Brasil é o quinto país com mais incidência de diabéticos. O número no país chegava a ser um pouco mais de 16 milhões, em 2019. O mais alarmante desses números é que eles não têm previsão de abaixar, mas sim de aumentar, a cada ano que passa, ao redor do mundo inteiro.
Justamente por ser uma doença que não tem cura, e muitas vezes sorrateira, é preciso ficar atento a alguns sinais. Os pacientes com diabetes devem ficar atentos às alterações em seus pés. Isso porque se alguma mudança acontecer neles é preciso tomar isso como um alerta de que não se está controlando os seus níveis de açúcar de forma adequada.

Diabetes

Ana Luiza Cardoso

Se a pessoa tem níveis altos de glicose no sangue, eles podem causar uma condição conhecida como pé de Charcot. Essa condição faz com que sejam vistas saliências ósseas e insensibilidade nos pés. Além disso, esse problema pode diminuir a capacidade das pessoas sentirem dores na região. Como resultado, os possíveis cortes e úlceras nos pés podem passar desapercebido pelas pessoas.
Além disso, os pés das pessoas com diabetes já são mais vulneráveis a infecções porque a doença acaba diminuindo o fluxo sanguíneo para as extremidades. Como resultado, cortes e machucados demoram mais tempo para cicatrizar.

Sinais

OHB

Portanto, segundo o Instituto de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais, do Reino Unido, existem três sinais bem importantes nos pés que os diabéticos precisam prestar atenção. São eles: vermelhidão, calor e inchaço.
Além desses três sinais, os diabéticos também devem ficar atentos a cortes, feridas e unhas encravadas. Até porque, é preciso tratá-los para que se evite infecções que, nos casos graves, podem acabar resultando em amputações.
No caso do diabetes tipo 1, o pâncreas não produz insulina. Já no diabetes tipo 2, as células do corpo acabam se tornando resistentes à insulina. Por isso que é preciso uma quantidade maior desse hormônio para que os níveis de glicose no sangue se mantenham em uma faixa normal.

Controlar

Pague menos

Para controlar o açúcar no sangue, a Associação Americana de Diabetes recomenda que o nível de glicose no sangue não ultrapasse 130mg/dl em jejum e antes das refeições, e que ele fique abaixo de 180 mg/dl depois de duas horas de se ter comido.
Outro ponto para manter a glicemia em um nível ideal é que a pessoa siga uma dieta feita por um médico ou nutricionista, além de evitar porções grandes de carboidratos e tomar os remédios se o paciente precisar deles.

Além disso, estudos têm mostrado que perder peso, através de cirurgia ou dieta, pode ajudar a resolver algumas dessas causas ocultas do diabetes tipo 2. Com isso, ajuda o corpo a controlar os níveis de açúcar no sangue. Esse é um fato significativo, visto que o controle do açúcar no sangue melhora a maneira como a insulina é produzida e a forma como ela atua. Isso é chave para a remissão do diabetes tipo 2.

Até o momento, a maior parte desses estudos tem examinado o uso de shakes que substituem as refeições para ajudar as pessoas com diabetes tipo 2. Por conta disso, essa abordagem pode ser prescrita por um médico.

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